Wednesday, November 18, 2009

ISO 31000

Alunas: Bruna Silva
Luciana Lucas
A nova norma ISO 31000 não concorre com outras orientações e alinhamentos com outros conjuntos de regras específicas, por se tratar de uma proposta de convergência alinhada com a versão integrada da ERM (Entrerprise Risk Management), um grande desafio vai ser estabelecer uma linguagem para que as organizações possam programar a gestão de riscos com seus processos.
Surgiu à idéia da ISO 31000 a 04 anos, na primeira reunião da Internation Organization for Satandartization, baseada na norma Australiana / Neozelandesa 4360. Muitas práticas e terminologias das corporações do mundo todo foram adotadas e questionadas, ou não, na nova norma formando sua estrutura. Países como Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, China, França, Inglaterra, Itália, Japão, Suíça, Suécia, Singapura, Tailândia e Nova Zelândia, participaram da reunião. Muitos outros países enviaram comentários tornando a norma mais democrática.
A ISO 31000 surgiu da necessidade de harmonizar padrões,regulamentações e frameworks publicados anteriormente e de certa forma estão relacionados com a gestão de risco. Sua origem vem da necessidade das corporações de lidar com as incertezas que podem afetar seus objetivos aplicadas por empresas, também para integrar as diversas terminologias e metodologias, que hoje ainda falta um consenso em relação à terminologia e aos conceitos utilizados para a gestão de risco, fornecem diretrizes para implementação de gestão de risco em organizações de qualquer tipo, tamanho ou área de atuação.
ISO 31000 no Brasil
No segundo semestre de 2009 previsto para o final de outubro ou final de novembro, será lançada oficialmente a ISO 31000, que possui como desafio integrar os diferentes conceitos da Gastão de Riscos Corporativos. A norma está sendo desenvolvida por uma comissão especial da ISO (International Organization for Standardization) e teve sua numeração definida como ISO 31000.
No Brasil, contribuíram com o documento, empresas como ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, ASSESPRO - Associação Brasileira das Empresas de TI, Banco do Brasil, Bayer, BNDES, CEF, CEMIG, CPQD, CQSI, EMBRAER, FEBRABAN, Martins de Almeida Advogados, Módulo Security, Petrobras, QSP, Samarco Mineração e Tribunal de Contas da União.
A ISO 31000 contém as melhores práticas e as melhores diretrizes, e, uma das partes específicas, fala sobre a gestão de risco avançada ou aprimorada ou tubinada, é exatamente uma gestão de risco onde estas melhores práticas são utilizadas no seu auge. Prevê conjunto de diretrizes, a norma que se aplicam praticamente em todas as empresas, sendo que em específico o destaque sejam as práticas mais avançadas no nível de maturidade que seriam aplicadas em empresas que já possuem um nível de maturidade de gestão de risco, mais aprimorado.
Justiça Ambiental
Entende-se por Justiça Ambiental o conjunto de princípios que asseguram que nenhum grupo de pessoas, sejam grupos étnicos, raciais ou de classe, suporte uma parcela desproporcional das consequências ambientais negativas de operações econômicas, de políticas e programas federais, estaduais e locais, bem como resultantes da ausência ou omissão de tais políticas.
O tema da justiça ambiental relaciona-se à desigual distribuição dos benefícios e dos gravames impostos pela legislação ambiental, ou mesmo pelos problemas ambientais, entre diferentes grupos sociais. Nesse sentido, grupos mais vulneráveis de uma dada comunidade, como a população de baixa renda, grupos raciais ou étnicos, entre outros, podem ser afetados desproporcionalmente por efeitos negativos da legislação ambiental, devendo a eles ser conferido o direito de participar efetivamente das decisões que os afetem a pleitear medidas compensatórias pelos gravames por eles suportados.
Há benefícios e gravames que decorrem diretamente das normas ambientais. Elas produzem vários benefícios diretos aos indivíduos: permitem-lhes o desfrute da natureza, sobretudo quando há a criação de parques e áreas de preservação abertas á visitação, reduzem problemas de saúde relacionadosà poluição e à contaminação e, algumas vezes, geram empregos relacionados ao controle da poluição, notadamente no desenvolvimento de novas tecnologias de menor impacto ambiental. quanto aos ônus decorrentes dessas normas, pode-se apontar o aumento dos custos de produtos e serviços, decorrentes de medidas e processos de proteção ambiental a ser suportada por produtores e consumidores, a eliminação de postos de trabalho em indústrias poluentes e, finalmente, os investimentos públicos canalizados para a proteção ambiental que deixam de ser gastos em outras políticas sociais, como por exemplo, naquelas voltadas à população de baixa renda.
O movimento, que ficou conhecido como Justiça Ambiental, surgiu nos Estados Unidos na década de 80 do século XX.
No Brasil, a utilização do conceito de justiça ambiental não é frequente, embora a temática dos problemas sociais esteja presente nas discussões sobre políticas de proteção ambiental. No entanto, é necessário um aprofundamento da sua discussão, dos diagnóticos acerca dos elementos principais da injustiça ambiental no país e das possibilidades de sua superação em programas e medidas específicos, com a participação das diferentes comunidades envolvidas e com a utilização e expansão dos espaços abertos a essa participação na legislação urbanística e ambiental.
Vulnerabilidade
Da noção de risco à noção de vulnerabilidade, buscou-se melhor articular as condições que favorecem a suscetibilidade de sujeitos a agravos. Enquanto com a noção de risco buscou-se calcular a probabilidade de ocorrência de um agravo em um grupo qualquer com determinada características, abstraídas outras condições intervenientes, com a noção de vulnerabilidade procura-se julgar a suscetibilidade do grupo a esse agravo, dado certo conjunto de condições intercorrentes.
Processos de vulnerabilização
O processo é associado correntemente a três fatores - individuais político-institucionais e sociais. a abordagem pelo lado do indivíduo leva a sugerir forte interveniência de escolhas individuais: a) os que vivem em condição de risco ou b) cometem erros de cálculo quando deixam de investir ou fazem más escolhas na constituição de sua carteira de ativos.
Mas mesmo quando consideramos que a vulnerabilidade é socialmente produzida e que práticas político institucionais concorrem para vulnerabilizar certos grupos sociais, o lócus da observação tende a ser o indivíduo e não o processo.
Relação de vulnerabilidade
A vulnerabilidade é uma noção relativa, está normalmente associada à exposição aos riscos e designa a maior ou menor susceptibilidade de pessoas, lugares, infra-estruturas ou se tornarem menos vulneráveis, via mobilidade espacial, influência nos processos decisórios, controle do mercado das localizações etc., enquanto que outros terão sua mobilidade restrita aos circuitos da vulnerabilidade debaixo de um viaduto para cima de um oleoduto etc. Mas há também fatores subjetivos, ocorrem diferentes concepções do que seja tolerável ou intolerável numa dada condição de existência.
Consideradas, pois as relações e contexto há diferentes vulnerabilidades diferentes situações e condições que se articulam nos distintos momentos e localizações.

Thursday, October 22, 2009

Olá  a todos,

 

Espero que estejam bem e seguros, apesar da chuva grossa que tem caído no DF causando alagamentos e longos congestionamentos. Devido a um raio que caiu aqui perto, fiquei  sem acesso a internet desde terça-feira, por isso não consegui enviar a minha apresentação.

Abaixo estão as informações necessárias para que todos os grupos comecem a fazer o seu capítulo sobre a a análise de risco de sua cidade:

 1. Dados a coletar para a próxima semana estão grifados

a) Demográficos: população, renda, índice de gini (dados do IBGE)

b) Mapa da região (hidrográfico, viário e topográfico)

c) Mapear as ameaças, resultados, exposição e consequencia. Fazer a análise de risco, árvore de eventos e de falha.

d) Gerar a matriz de riscos. Priorizar as ameaças e dar pesos aos riscos. Para cada ameça quais são as populações, bens e ecossistemas mais vulneráveis (maior risco).

 

2. Seguem abaixo os links para os documentos que devem ser consultados, lidos e feito o resumo para a próxima semana.

Texto de Environmental Justice

http://www.scielo.br/pdf/rsp/v42n6/en_6968.pdf

 

texto de Justiça Ambiental

http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/anais/pdf/2002/GT_MA_ST5_Acselrad_texto.pdf

 

Texto de Justiça Ambiental

www.cienciasecognicao.org/artigos/v06/m34558.htm

 

Site da Defesa Civil:

http://www.defesacivil.gov.br/index.asp

 

Exemplo  de estudo Cabo de Santo Agostinho

http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/programas-urbanos/biblioteca/prevencao-de-riscos/planos-projetos-elaborados/prefeitura-municipal-de-cabo-de-santo-agostinho-pe/PMRRvolume3.pdf

 

Defesa Civil DF

http://defesacivildf.blogspot.com/2008/09/defesa-civil-df-na-universidade-catlica.html

 

Saúde Ambiental

http://189.28.128.179:8080/cnsa


3. Formato do resumo de uma página para o dia 27/10 (máximo 1000 palavras):

a) Para os artigos sobre justiça ambiental:

Indicar como os principais conceitos ligados a avaliação de risco são utilizados pelo(s) autor(es). Qual é o objetivo do artigo. Qual é a metodologia utilizada?  Principais conclusões. Qual a importância desta bibliografia ao nosso estudo no DF.

 

b) Páginas da rede ou blog

Como os conceitos são feitos nestes sítio na web. Procurar ligar as informações pertinentes ao trabalho final: como as ameaças/perigos são diagnosticados e o risco é calculado, priorizado e mapeado em nível nacional e local (DF), e depois gerenciados (Cabo de Santo Agostinho).

 


Um forte abraço e mãos à obra futuros engenheiros

 

Renata

Friday, September 25, 2009

Relatório sobre os riscos ambientais do H1N1

Alunas: Bruna Silva e Luciana Lucas

O novo vírus da Gripe A (H1N1), que apareceu recentemente, é o novo subtipo de vírus que afeta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das varaintes humana, aviária e suína do vírus da gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A (H1N1) é transmissível entre os seres humanos.
Os primeiros casos da gripe Influenza A surgiram no México em 2008. Inicialmente acreditava-se que se tratava de mais uma virose tropical muito comum em países em desenvolvimento onde o meio rural é précario em condições sanitárias. Com o passar dos dias e disseminação rápida da infeção os cientistas disparam o alerta sobre o novo vírus.
Tratava-se de uma nova variedade (variante) de um vírus comum entre os humanos e animais domésticos o vírus da família Influenza. Este vírus é responsável pela gripe comum e famoso por sua capacidade de mutação e adaptação. Presente na história da humanidade desde o início dos tempos, com o aumento da população mundial oa vírus da família Influenza encontraram campo fértil para sua disseminação - cidades super habitadas e precárias condições de vida. Foi um vírus tipo Influenza o responsável por pandemias famosas a Gripe Espanhola que ceifou milhões de vidas no início do século é o exemplo mais conhecido.
O vírus da gripe suína, assim como da gripe das aves, já era conhecido dos cientistas por infectar porcos. Mas desta vez, diferente do que ocorreu na Ásia, o vírus sofreu uma mutação. Ou ocorreu uma combinação entre o tipo da gripe comum e da gripe suína (pesquisas indicam relação genética entre o atual vírus H1N1 e os vírus da gripe espanhola, gripe suína e gripe avaiária). O fato é que o novo vírus adquiriu capacidade de transmissão de humano para humano e a epidemia foi praticamente inevitável.
Quando uma doença contagiosa se dissemina em larga escala alcançando diversas populações em vários continentes é chamada de pandemia. De fato, pandemia é uma epidemia em escala global. Epidemia por sua vez é a disseminação da doença em grande números de pessoas porém em escala regional. Em 2003, ouvimos falar da Gripe Aviária e na SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) causada pelo vírus H5N1 tipo de influenza. Ambas foram classificadas como epidemias e juntas causaram cerca de 150 mortes.
Existiram outras pandemias: Gripe Espanhola: A mais importante foi a gripe espanhola que atingiu o mundo entre 1918-1919. O vírus Influenza A infectou metade da população mundial e mais de 20 milhões de pessoas morreram. Ela se iniciou na Europa se espanhola posteriormente para América do Norte e América do Sul. O Brasil contabilizou 35 mil mortos sendo um dels o Presidente da República reeleitoRodrigues Alves.
Gripe Asiática 1957-1958: o vírus H2N2 fez suas primeiras vítimas na China, onde teve seu primeiro isolamento. Em dois meses a doença se espalhou por Hong Kong, Cingapura, Índia e todo o Oriente. Depois foi a vez da África, Europa e Estados Unidos onde causou cerca de 70 mil mortes. Em dez meses, o vírus se espalhou por todo o mundo devido à popularização das viagens aéreas e à sua variação antigênica. O número de mortes chegou a dois milhões. A OMS diz que esta gripe pode ter contaminado até 80% da população mundial.
Gripe de Hong-Kong: o vírus influenza a H3N3 causou a última pandemia do século XX e foi responsável pela morte de um milhão de pessoas.
Influenza é a família de vírus responsável pela gripe que conhecemos trata-se de organismo simples com menos de 16 genes mas com imensa capacidade de mutação. Ao todo, são cerca de 8 os vírus Influenza conhecidos. Eles infectam homens e animais e a combinação de vírus de tipos diferentes levam a troca de genes e com isto adquirem novas características.
Em 11 de junho de 2009, a organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para a Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial.
Quando uma pessoa é infectada pela Gripe Suína transmitida pelo vírus influenza A H1N1, os sinais emitidos pela pessoa são semelhantes aos da gripe comum, mas com alguns agravantes como febre acima de 38º, moleza, falta de apetite, tosse, coriza clara, garganta seca, náusea, vômito, diárreia também podem acontecer, dores de cabeça, irritação nos olhos e dor muscular e articular.
Apesar da Gripe Suína Influenza A H1N1 ter se tornado uma Pandemia Global, existem vacinas apenas para porcos, mas nenhuma vacina para humanosatualmente, onde a vacina contra a gripe comum oferece pouca e às vezes nenhuma proteção contra o vírus H1N1, pois se trata de um vírus novo.
De qualquer maneira, o Instituto Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização Mundial de Saúde para elaborar uma vacina contra a Gripe Suína Influenza A H1N1 e prevê finalizar o processo dentro de quatro a seis meses, e pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IO/Fiocruz)mapearam as sequências genéticas das primeiras variações do vírus Influenza A H1N1 que chegaram ao Brasil, que foram, segundo o Ministério da Saúde, coletados de três pacientes para chegarem à criação de uma vacina contra o vírus da Gripe Suína Influenza A H1N1.
A doença é transmitida de pessoa para pessoa como a gripe comum e pode ser contraída pela exposição a gotículas infectadas expelidas por tosse ou espirros, e também por contato com mãos e superfícies contaminadas. Essa doença tem espalhado pelo mundo através de pessoas que esteve nos últimos dez dias em países onde o número de caos é elevado, como os EUA, o México, a Argentina ou o Chile.
desde que as mortes em decorrência a gripe suína foram identificadas alguns grupos de risco foram observados. São eles: Gestantes, Idosos (maiores de 65 anos), Criança (menores de 2 anos), Doenças crônicas, Problemas cardiovasculares, exceto hipertensos, Asmáticos, Portadores de doença obstrutiva crônica, Problemas hepáticos e renais, Doenças metabólicas, Doenças que afetam o sistema imunológicos, Obesos.
Esses grupos foram considerados de risco, devido o vírus atacar primeiro as vias respiratórias e também os grupos com baixa imunidade como é o caso de gestantes e crianças. No caso dos idosos além da baixa imunidade tem o risco da gripe sazonal que é comum nesse grupo.
Tem Países que esta com índice pequeno da gripe A, cabe a nós todos numa conscientização geral, governo, cidadãos, tentar frear esse número crescente que estamos ouvidos diariamente.

Tuesday, September 15, 2009

Acidente Césio 137 Goiânia, Brasil

ACIDENTE CÉSIO 137 GOIÂNIA, BRASIL

grupo: Elis,Guilherme,Gustavo e Phillipe

Foi um acidente radioativo ocorrido no dia 13 de setembro de 1987, em Goiânia, Goiás. No desastre foram contaminadas centenas de pessoas acidentalmente através de radiações emitidas por uma cápsula que continha césio-137. Foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido fora das usinas nucleares. Tudo teve inicio com a curiosidade de dois catadores de lixo, que vasculhavam as antigas instalações do Instituto Goiano de Radioterapia (também conhecido como Santa Casa de Misericórdia), no centro de Goiânia.
No local eles acabaram encontrando um aparelho de radioterapia, eles removeram a máquina com a ajuda de um carrinho de mão e levaram o equipamento até a casa de um deles. Eles estavam interessados no que podiam ganhar vendendo as partes de metal e chumbo do aparelho em ferros-velho da cidade, ignoravam de todas as formas o que era aquela máquina e o que continha realmente em seu interior.
No período da desmontagem da máquina, eles foram expostos ao ambiente 19,26 g de cloreto de césio-137 (CsCl), tal substância um pó branco parecido com o sal de cozinha, porém no escuro ele brilha com uma coloração azul. Após cinco dias, a peça foi vendida a um proprietário de um ferro-velho, o qual se encantou com o brilho azul emitido pela substância. Crendo estar diante de algo sobrenatural, o dono do ferro-velho passou 4 dias recebendo amigos e curiosos interessados em conhecer o pó brilhante. Muitos levaram para suas casas pedrinhas da substância, parte do equipamento de radioterapia também foi para outro ferro-velho, de forma que gerou uma enorme contaminação com o material radioativo.
Os primeiros sintomas da contaminação (vômitos, náuseas, diarréia e tonturas) surgiram algumas horas após o contato com a substância, o que levou um grande número de pessoas a procura hospitais e farmácias, sendo medicadas apenas como pessoas portadoras de uma doença contagiosa. Mas tarde descobriu-se de que se tratava na verdade de sintomas de uma Síndrome Aguda de Radiação. Somente no dia 29 de setembro de 1987 é que os sintomas foram qualificados como contaminação radioativa, e isso só foi possível devido à esposa do dono do ferro-velho ter levado parte da máquina de radioterapia até a sede da Vigilância Sanitária.
Os médicos que receberam o equipamento solicitaram a presença de um físico, pois tinham a suspeita de que se tratava de material radioativo. Então o físico nuclear Valter Mendes, de Goiânia, constatou que havia índices de radiação na Rua 57, do St. Aeroporto, bem como nas suas imediações. Por suspeitar ser gravíssimo o acidente, ele acionou a então Comissão Nacional Nuclear (CNEN).
O então chefe do Departamento de Instalações Nucleares José Júlio Rosenthal, dirigiu-se no mesmo dia para Goiânia. Ao se deparar com um quadro preocupante, ele chamou o médico Alexandre Rodrigues de Oliveira, da Nuclebrás (atualmente, Indústrias Nucleares do Brasil) e também o médico Carlos Brandão da CNEN. Chegaram no dia seguinte, quando a secretaria de saúde do estado já fazia a triagem num estádio de futebol dos acidentados.
Uma das primeiras medidas foi separar todas as roupas das pessoas expostas ao material radioativo, lavá-las com água e sabão para a descontaminação externa. Após esta medida, as pessoas tomaram um quelante (substancia que elimina os efeitos da radiação, denominado de “azul da Prússia”). Com ele, as partículas de césio saem do organismo através da urina e das fezes.
Cerca de um mês após o acidente quatro pessoas vieram a óbito, a menina Leide das Neves, Maria Gabriela e dois funcionários do ferro-velho e cerca de 400 pessoas ficaram contaminadas. O trabalho de descontaminação dos locais atingidos geraram cerca de 13,4 toneladas de lixo (roupas, utensílios, materiais de construção, etc.) contaminado com o césio-137. Esse lixo encontra-se armazenado em cerca de 1.200 caixas, 2.900 tambores e 14 contêineres em um depósito construído na cidade de Abadia de Goiás, onde deve ficar por aproximadamente 180 anos.

Após o acidente cerca de 60 pessoas morreram vítimas da contaminação com o material radioativo, entre eles funcionários que realizaram a limpeza do local. O Ministério Público reconhece apenas 628 vítimas contaminadas diretamente, mas a Associação de Vítimas contaminadas do Césio-137 calcula que esse número seja superior a 6 mil pessoas que foram atingidas pela radiação. No ano de 1996, a Justiça julgou e condenou por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) três sócios e funcionários do antigo Instituto Goiano de Radioterapia (Santa Casa de Misericórdia) a três anos e dois meses de prisão, pena que foi substituída por prestação de serviços. Atualmente, as vítimas reclamam da omissão do governo para com a assistência que eles necessitam, tanto médica como de medicamentos. O governo nega a acusação e diz que as vítimas fazem o uso do acidente como pretexto para justificar todos seus problemas de saúde.


Tuesday, September 1, 2009

Barragem do Rio Madeira

Bem, estamos buscando informações sobre construçoes de barragens, analisando criticas que foram feitas ao EIA / RIMA da barragem do Rio Madeira, acidentes que já ocorreram em barragens e algumas analises ambientais que envolvem empreendimentos no rio Madeira. Por enquanto foi isso que fizemos.

Grupo: Breno Oliveira, Cassio Araújo, Eveline Moraes, Fernanda Pereira e Igor Alves

Grupo Transposição do Rio São Francisco

Boa noite,

A fase do trabalho está no levantamento bibliográfico sobre probabilidade de falha do sistemas de bombas, melhor compreensão do capítulo 3 do Denis Kirchhoff e do RIMA da Transposição do Rio São Francisco. A introdução já está fechada e a justificativa da bibliografia utilizada está em fase de conclusão.

Grupo: Ayslan, Samuel Café, Sanderson, Tânia, Tiago.

Pré-Sal

Grupo Pré-Sal
Andrea
Cristiane
Débora
Martonchelles

Professora Renata,

Até o momento pesquisamos a respeito de qual risco seria abordado em nosso trabalho e estamos em dúvida em 2: VAZAMENTO OU ABALOS SÍSMICOS. O grupo está discutindo para saber qual risco optaremos e estamos lendo o texto que voce nos passou do COOPER sobre perfurações em alto mar.
Já foi iniciada a apresentação em slides e gostaríamos de saber se na introdução do trabalho, falando do Pré-sal, se seria possível passar um vídeo de 6 minutos aproximadamente?

Até mais.

Friday, August 28, 2009

Scorecard é o recurso mais popular da web para obter informações sobre problemas de poluição e substâncias químicas tóxicas. Traz informações sobre os problemas de poluição em uma comunidade e quem é responsável. Nele você pode ver quais as áreas geográficas e as empresas que têm os piores registros de poluição. Identifica quais os grupos raciais / étnicas e os grupos de renda. Scorecard tem a capacidade para emitir informações personalizadas, confiáveis e atualizadas.Derivada de sua sofisticada integração das ciências ambientais, com tecnologia web de banco de dados Oracle Magazine spotlighted Scorecard combinados.Scorecard é alimentado pelo software GetActive,que fornece conteúdo e serviços de comunicações para a adesão de organizações.Gerenciamento de bases de dados complexos, de modo que os grupos podem fornecer conteúdo da comunidade localizada ao seu público.Serviços de comunicação permitem que as organizações possam construir relacionamentos fortes com os adeptos, através de extensão on-line, advocacia e captação de recursos. GetActive também alimenta a maior agregação de ativistas políticos preocupados com o meio ambiente, ActionNetwork.
Utilize o site no link:
Grupo Angra 3.

Monday, August 24, 2009

O Pior Acidente Químico da História – Bhopal, Índia

Ø O Desastre:

O desastre em questão trata-se do acidente industrial que mais repercutiu em todo o mundo, e ele aconteceu na madrugada do dia 3 de dezembro de 1984, em uma fábrica de agrotóxicos controlada pela Union Carbide Corporation. Naquela madrugada, devido à uma combinação de falhas mecânicas, operacionais e de segurança, um vazamento de cerca de 40 toneladas de metil-isocianato e outros gases letais não foi contido e uma imensa nuvem tóxica foi liberada para a atmosfera, assim, os bairros marginais à fábrica foram diretamente afetados.
O número de mortos decorrente da exposição direta aos gases até hoje não é conhecido, mas, estimativas feitas mostram que 3,5 - 7,5 mil pessoas morreram naquele acidente, sendo que pelo menos 500 mil pessoas foram contaminadas e até hoje sofrem as conseqüências daquele evento. Desde então, além dos mortos pela exposição direta aos gases, cerca de 16 mil pessoas morreram em razão dos distúrbios e doenças provocadas pelos gases tóxicos liberados pela indústria.






Fig. 1 - Fábrica de agrotóxicos da Union Carbide Corporation – Bhopal, Índia.










Fig. 2 – Arredores da fábrica da Union Carbide Corporation – Bophal, Índia.

Ø O Poluente:

O isocianato de metila é um produto utilizado na síntese de produtos inseticidas, comercialmente conhecidos como “Sevin” e “Temik”. Esse composto faz parte da família dos carbamatos e é utilizado como substituto de praguicidas organoclorados, como o DDT. Em condições normais, o isocianato de metila é líquido à temperatura de 0º C e pressão de 2,4 bar.
O vazamento na fábrica ocorreu, pois, na noite do acidente, a pressão dos tanques de armazenamento se elevou mais de 14 bar e a temperatura dos reservatórios se aproximou de 200° C, sendo que, esse aumento da pressão e da temperatura foi atribuído à entrada de água em um dos tanques, o que ocasionou uma reação altamente exotérmica que culminou para o vazamento dos gases tóxicos.

Ø Segurança da Fábrica:

Naquela madrugada, as medidas de segurança criadas para impedir vazamentos de gás não funcionaram, isso pode ter ocorrido devido à falhas em sua execução, ou porque não estavam ativadas, ou ainda por serem ineficientes. Além disso, a sirene de segurança, que servia para alertar a comunidade em casos de acidente, estava desligada, o que foi considerado um agravante para o acidente, pois a população foi pega desprevenida e sem chances de fugir da nuvem tóxica.
Detalhando de forma simplificada o que aconteceu, naquela ocasião, os sistema de resfriamento dos tanques não estava em uso, então ele não pode desacelerar a reação, aliados a isso, uma torre de chamas não estava conectada ao tanque, impossibilitando a queima dos gases e, também, os vapores emitidos deveriam ter sido neutralizados em torres de depuração; porém, como uma destas torres se encontrava desativada, o sistema não funcionou possibilitando assim a liberação do produto para a atmosfera. Esses foram apenas alguns sistemas de segurança que falharam naquela ocasião, houve outros que também não funcionaram ou não foram ativados.








Fig. 3 – Procedimentos de segurança que falharam na fábrica da Union Carbide Corporation.
Ø Consequências:

Os primeiros efeitos agudos dos gases tóxicos no organismo foram vômitos e sensações de queimadura nos olhos, nariz e garganta. Muitas pessoas morreram dormindo; outras saíram cambaleando de suas casas, cegas e em estado de choque, para morrer no meio da rua. Outras morreram muito depois de chegarem aos hospitais e prontos-socorros. Grande parte das mortes foi atribuída à falência respiratória – para alguns, o gás tóxico causou secreções internas tão severas que seus pulmões ficaram obstruídos; em outros, os tubos bronquiais se fecharam levando à sufocação. Muitos dos que sobreviveram ao primeiro dia foram diagnosticados com falha no funcionamento dos pulmões.
Estudos mais aprofundados com os sobreviventes também apontam sintomas neurológicos, que incluem dores de cabeça, distúrbios de equilíbrio, depressão, fatiga e irritabilidade, além de anormalidade e efeitos negativos sobre os sistemas: gastrointestinal, muscular, reprodutivo e imunológico.
E para piorar ainda mais esse triste cenário, esse acidente foi apenas o início de uma tragédia ainda maior, cujos efeitos se estendem até os dias de hoje. Isso se deve principalmente à negligência da empresa Union Carbide, responsável pela fábrica na época e também responsável por todos os danos causados pelo desastre, que abandonou a área deixando para trás uma grande quantidade de resíduos perigosos e materiais contaminados. Dessa forma, todos esses poluentes estão contaminando o solo e a águas subterrâneas, dentro e no entorno da antiga fábrica. A contaminação desses recursos hídricos constitui-se na forma em que a tragédia de décadas atrás encontrou, de continuar atormentando os moradores da região da fábrica – mais de 20 mil pessoas habitam aquela área atualmente -, pois grande parte dessa população continuou consumindo dessa água após o acidente.







Fig. 4 – Pessoas mortas, espalhadas pelas ruas de Bophal, intoxicadas pela nuvem de poluentes.
Ø Imbróglio Judicial:

A empresa Union Carbide em uma tentativa de se ver livre da responsabilidade pelo passivo ambiental causado pelo acidente em sua fábrica e, principalmente, pelas mortes provocadas pelo vazamento dos gases tóxicos, pagou compensações inadequadas ao Governo da Índia. Dessa forma, em 1985, através de um acordo com o poder Executivo indiano, a Union Carbide, sem ir a julgamento, aceitou o pagamento de US$ 470 milhões de indenização.
O dinheiro foi depositado no Banco da Reserva da Índia e somente parte dele foi utilizado para indenizar algumas das vítimas, sendo que, esse acordo feito entre a multinacional americana e o Governo indiano, impossibilitou que as vítimas entrassem com ações contra a empresa responsável pelo acidente. Assim, muitas das vítimas e seus familiares continuam sem receber nenhuma indenização e sem possibilidade de ter acesso a tratamentos médicos adequados. Só em outubro de 2004, o Supremo Tribunal da Índia aprovou o pagamento de parte do dinheiro restante, cerca de US$ 350 milhões, a mais de 500 mil vítimas e familiares, sendo ainda uma quantia muito inferior à que exigem.
Muitos aspectos relacionados à esse acidente ainda encontram-se pendentes na justiça indiana e norte-americana, e diversos processos judiciais encontram-se em aberto até os dias de hoje.

Ø Atualmente:

A fábrica da Union Carbide que está desativada contém ainda cerca de 8.000 toneladas de produtos químicos carcinogênicos que continuam a contaminar a água usada por cerca de 30.000 pessoas. Sendo que ninguém examinou ainda até que ponto as substâncias tóxicas se alastram pelo solo e pela água da região.
Assim, devido ao contato direto da população com esse ambiente tóxico, centenas de crianças continuam a nascer com problemas, e para piorar, o governo indiano parou toda a pesquisa nos efeitos médicos da nuvem, sem qualquer explicação.




Fig. 5 - Meninos brincam nas águas poluídas do que era, originalmente, uma fossa a céu aberto usada como repositório do lodo químico da fábrica de pesticidas. O lago chegou a ser coberto com plástico e concreto, mas a cobertura rachou com o calor. (fotos: The New York Times)
Ø Referências Bibliográficas:

http://www.greenpeace.org.br/bhopal/docs/Bhopal_desastre_continua.pdf
http://ocaosambiental.blogspot.com/2008_07_13_archive.html
http://www.saudeetrabalho.com.br/download_2/toxicologia-vallereal.ppt#41
http://mikamienvironmentalblog.blogspot.com/2008_03_01_archive.html
http://www.youtube.com/watch?v=IzS-S8st0YI&feature=related
http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&task=view&id=1380&Itemid=3

Grupo: Breno Oliveira, Cássio Araujo, Eveline, Fernanda Pereira, Igor Alves


Vazamento de óleo na Baia de Guanabara

O vazamento de óleo na baía de Guanabara aconteceu na madrugada do dia 18 de janeiro de 2000, em virtude de um problema originado em uma das tubulações da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), foram lançados, algo em torno de 1,3 milhões de litros de óleo cru na Baía de Guanabara.
A mancha de óleo se estendeu por uma faixa superior a 50 quilômetros quadrados, atingindo o manguezal da área de proteção ambiental (APA) de Guapimirim, praias banhadas pela Baía de Guanabara, inúmeras espécies da fauna e flora, além de provocar graves prejuízos de ordem social e econômica a população local.
As comunidades que tiravam seu sustento de atividades ligadas, direta ou indiretamente, aos recursos hídricos da Baía de Guanabara, tais como, a pesca e o turismo, foram muito prejudicadas, quer pela contaminação dos peixes e crustáceos, quer pela inviabilização do turismo pela poluição do ambiente.
O presidente da Petrobrás, o Sr. Henri Phillipe Reichstul, admitiu a existência de falha no projeto de instalação do oleoduto PE-2, fato este, responsável pelo acidente com o óleo, que provocou toda espécie de prejuízos, tais como; a contaminação do espelho d´água da Baía de Guanabara, com reflexos na fauna nectônica e plantônica; a contaminação das areias, costões rochosos, muros de contenção, pedras, lajes e muretas das Ilhas do Governador e de Paquetá; danos à vegetação de mangue existente no entorno da Ilha do Governador; danos a avifauna; danos à comunidade bentônica em função da sedimentação do óleo no fundo da Baía; prejuízo às atividades pesqueiras; drástica redução das atividades turísticas da Ilha de Paquetá; entre outros.
Responsável pela refinaria Duque de Caxias (Reduc), a Petrobrás foi multada em R$94 mil. Metade do valor aplicado pela Feema e o restante pelo Instituto Estadual de Florestas. O valor da multa do Ibama , por sua vez, alcançou R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais). A Petrobrás, entretanto, foi beneficiada com um desconto de cerca de 30%, pelo pagamento antecipado da multa.
Os cerca de 600 pescadores que moram na região receberão da Petrobras apenas o reembolso do prejuízo material (com barcos, redes e equipamentos). O lucro cessante, equivalente ao dinheiro que deixarão de receber por terem de ficar 60 dias sem trabalhar, não vai ser ressarcido pela empresa. A Petrobras vai deslocar 300 homens para a retirada do óleo. Os trabalhos devem durar 30 dias. Serão utilizados equipamentos como lanchas, rodos, travesseiros absorventes, etc.

A Petrobras criou desde o acidente nove centros de defesa ambiental em todo o país, sendo o primeiro na baía de Guanabara e o segundo em Macaé (RJ), base da principal região produtora de petróleo do país (bacia de Campos). Entre os projetos que serão desenvolvidos, segundo Reichstul, está a instalação de sensores que irão monitorar permanentemente o volume de óleo existente nas águas da baía. Isso, segundo ele, permitirá maior rapidez para detectar vazamentos que venham a ocorrer.

Grupo: Fernanda Lorrane, Aline, Guilherme e Cleonice

Riscos Associados ao Uso de Cosméticos

Por: Bernard, Cláudio, Elizandro, Marcus e Neder

Olá pessoal e Professora,

Viemos somente agora postar nossa análise devido à problemas técnicos. Recebemos o convite essa semana para entrar no blog.
Bem, pudemos verificar que o site que alerta sobre o uso dos cosméticos (http://www.cosmeticsdatabase.com), pelo fato de haver substâncias tóxicas em sua composição. Ao invés de perguntarmos somente às mulheres de nossas famílias quais produtos elas usam, pesquisamos itens associados com ambos os sexos, como por exemplo, produtos especiais de limpar lentes de contato. A resposta a qual obtivemos foi que este composto contém substâncias associadas ao câncer, segundo estudos governamentais e acadêmicos, podendo causar infertilidade e estão ligados a imunotoxidade, causando reações alérgicas.
Assim, nessa mesma linha segue o Shampoo Dove apresentando riscos neurotóxicológicos e mudança em atividades bioquímicas e celulares do organismo.
É preciso estar atento também aos conservantes, pois podem trazer malefícios à saúde. Os parabenos são os mais antigos. Eles penetram na pele e se depositam nas glândulas, indo direto para a corrente sanguínea e alterando os níveis de estrogênio. Não devem ser usados, de modo algum, por gestantes, lactantes, crianças e pacientes sob diversos tratamentos, como câncer, reposições hormonais e terapias crônicas.
Infere-se que para ser ecologicamente correto não basta se alimentar bem e de forma sustentável, o uso de qualquer tipo de cosmético nos remete a uma preocupação futura com seus componentes químicos e a primeira coisa que se deve verificar na embalagem, ao comprar um cosmético, seja um creme ou um xampu, é se há autorização ou o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mesmo não que não cessem os riscos ao patamar zero, serve como alguma forma de garantia.

Vila Parisi - Cubatão

PROJETO CUBATÃO
Iniciado em meados de 1983, o Projeto Cubatão é um programa de Controle de Poluição Ambiental da região Industrial de Cubatão, desenvolvido pela Cetesb em conjunto com as Indústrias e a Prefeitura da cidade. Em 1997 e 1998 o projeto detectou 320 fontes poluidores do ar, da água e do solo. Paralelamente, foi desenvolvido o esquema preventivo de controle, atendimento às reclamações da sociedade, estudos necessários ao direcionamento das ações de controle, educação ambiental e comunitária.
A preocupação é justificável, pois algumas das exigências nele contidas permitirão que Cubatão - cujo pólo industrial, em 1984, lançava no ar, diariamente, quase mil toneladas de poluidores que estavam matando o rico ecossistema da região - possa controlar melhor essa situação. Atualmente, 93% das fontes poluidoras estão sob controle e a previsão é de que esse controle chegue a 100% no ano 2008. E o ganho em qualidade ambiental só será possível com planejamento e direcionamento racional para a ocupação do solo.
Tanto técnicos da Prefeitura como da Cetesb concordam que a solução passa pelo entrosamento de toda a comunidade (poderes públicos estadual e municipal, empresas e população). Essa nova mentalidade que precisa ser implantada, tem como base a qualidade total em toda a cadeia do processo produtivo, levando em conta que a preservação do meio-ambiente é um bom investimento.
À medida em que as fábricas funcionem e produzam bem, podem investir também em tecnologias de controle, atendendo um mercado cada vez mais exigente nas questões ambientais.
Em 6 de junho de 1998, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Refinaria Presidente Bernardes entregou à comunidade um sofisticado veículo de monitoramento da poluição ambiental e a Cosipa inaugurou novos equipamentos de retenção do material particulado, que eram lançados ao ar, garantindo um controle efetivo de 93% desses agentes poluidores. Essas providências e as adotadas por outras empresas instaladas no polo petroquímico de Cubatão, possibilitam que se estabeleçam paralelos entre a produtividade de uma fábrica e o nível de "limpeza" de seu processo produtivo.
Guarás VermelhosO descontrole ambiental dos anos 70 e 80 levou Cubatão a um estado de degradação lamentável. A cidade ficou conhecida como a mais poluída do mundo. Em 1984, a Cetesb iniciou um plano de recuperação do meio-ambiente, submetendo as indústrias a um rígido cronograma de controle das 320 fontes poluidoras primárias identificadas. Em cinco anos, esse número foi drasticamente reduzido.
Hoje, controladas também fontes poluidoras secundárias, um plano de reflorestamento das encostas foi desenvolvido, junto com a despoluição de mananciais. E as encostas da Serra do Mar já tem recobertas de verde suas "chagas" provocadas pela erosão causada pela chuva ácida. Os peixes voltaram a viver no rio Cubatão. E até o guará-vermelho, ave em extinção, voltou a habitar os manguesais cubatenses, e a procriar.


Grupo: Samuel Café, Tânia, Sanderson, Tiago, Ayslan, Luciana lucas




Incêndio na Chapada Diamantina




A Chapada Diamantina está localizada na região central da Bahia. Ela
envolve 6 municípios: Palmeiras, Lençóis, Andaraí, Itaeté, Ibicoara e Mucugê. Foi
criada em 1985, com aproximadamente 152 mil hectares. A sede, hoje, está
localizada no Município de Palmeiras, num prédio da COELBA.
O Parque Nacional é responsável pela conservação de muitas nascentes que abastecem o Estado da Bahia. A formação vegetal principal é de 20% de Mata Atlântica e de 80% de Cerrado. Desses 80%, temos uma área de brejo, uma área de alagado. O relevo é bastante acidentado. O fogo faz parte da história do parque, da história da região da Chapada Diamantina. Sempre existiu fogo na região. Ele não é um acidente. Todos nós sabemos quando a temporada de incêndio começa e termina.
No dia 3 de outubro de 2008, foram avistados os primeiros focos de incêndio da temporada dentro do parque nacional, com 152 mil hectares de campos rupestres, Mata Atlântica e Cerrado.
No decorrer do tempo, sem que as medidas necessárias fossem tomadas, as chamas ganharam força. Resultado: cerca de metade da área ocupada pela unidade de conservação virou cinza. Trata-se da maior tragédia ambiental de sua história.Todo o impacto poderia ter sido minimizado. Mas a divisão do Ibama e a criação do Instituto Chico Mendes deixaram todas as unidades de conservação federais, diz Cézar Gonçalves, analista ambiental do Parque Nacional da Chapada Diamantina.
Não houve culpados conhecidos pelos incêndios, porém, é quase certo que foram causados pelo Homem. Algumas pessoas fazem as queimadas como um protesto contra a política de preservação imposta pelo Ibama, enquanto outras são piromaníacas. O fogo também é usado em diversas ocasiões dentro do parque: seja para formação de pasto, colher sempre-vivas ou para a caça, já que a natureza se recompõe após o incêndio e atrai animais durante a regeneração. Aliás, este é um dos principais problemas vistos por Gonçalves na época, as chamas foram tão intensas que poderia demorar muito para a floresta retomar seu crescimento. Por isso, muitas espécies da fauna poderiam morrer de fome.Toda a área do parque ao sul de Mucugê foi destruída. Isso significa que algumas espécies da flora endêmicas destes campos rupestres (com pedras) foram extintas. As aves, que estavam se nidificando, devem ter perdido suas crias, afirmou o analista ambiental.
A situação foi tão grave, que 20 municípios ao redor da Unidade de Conservação decretaram estado de emergência na época, sendo que em Mucugê as chamas chegaram até invadir o quintal de algumas residências. Responsáveis pela administração do parque acusaram Ibama e o Instituto Chico Mendes de negligência e ineficiência. Cerca de 100 famílias moram dentro do parque e foram afetadas, sem contar as circunvizinhanças que receberam impactos indiretos.
A preocupação dos empresários na cidade é, principalmente, relacionada com a alta estação - que tem início em um mês. Nas agências de turismo receptivo, que realizam excursões pelo parque, a queda na procura por passeios já chega a 70%. "Tem gente que nem aparece nos passeios reservados ao ficar sabendo da situação", diz o empresário João Robalo Neto. "Cancelamos alguns roteiros, mas ainda há alguns trechos preservados e passeios sendo realizados.
Segue abaixo uma reportagem sobre o incêndio de Diamantina.

video
Incêndio Florestal

O que é?

É a propagação do fogo, em áreas florestais e de savana (cerrados e caatingas), normalmente ocorre com freqüência e intensidade nos períodos de estiagem e está intrinsecamente relacionada com a redução da umidade ambiental.Os incêndios podem iniciar-se de forma espontânea ou ser conseqüência de ações e/ou omissões humanas, mas mesmo nesse último caso, os fatores climatológicos e ambientais são decisivos para incrementá-los, facilitando sua propagação e dificultando seu controle.Os incêndios florestais podem ser causados por:causas naturais, como raios, reações fermentativas exotérmicas, concentração de raios solares por pedaços de quartzo ou cacos de vidros em forma de lente e outras causas;imprudência e descuido de caçadores, mateiros ou pescadores, através da propagação de pequenas fogueiras, feitas em acampamentos;fagulhas provenientes de locomotivas ou de outras maquinas automotoras, consumidoras de carvão ou lenha;perda de controle de queimadas, realizadas para “limpeza” de compôs;incendiários e/ou piromaníacos. DanosOs incêndios florestais causam danos materiais, ambientais e humanos.Os danos materiais são:destruição das árvores em fase de crescimento ou em fase de utilização comercial, reduzindo a produção de madeira, celulose, essências florestais e outros insumos;redução da fertilidade do solo, como conseqüência da destruição da matéria orgânica reciclável obrigando a um maior consumo de fertilizantes;redução da resistência das árvores ao ataque de pragas, obrigando a um maior consumo de praguicidas.
Os danos ambientais são:redução da biodiversidade;alterações drásticas dos biótopos, reduzindo as possibilidades de desenvolvimento equilibrado da fauna silvestre;facilitação dos processos erosivos;redução da proteção dos olhos d’água e nascentes.
Os danos humanos são:perdas humanas e traumatismos provocados pelo fogo ou por contusões;desabrigados e desalojados;redução das oportunidades de trabalho relacionada com o manejo florestal.

COMBATE Á INCÊNDIOS
Nem sempre as técnicas preventivas são suficientes para se evitar que surjam os incêndios florestais. Nenhum plano de controle de incêndio pode funcionar sem um adequado sistema de deteção e localização.
MEDIDAS DE SEGURANÇA APÓS O COMBATE
As principais medidas de segurança a serem adotadas após o combate ao incêndio florestal, são:
procurar e apagar possíveis "incêndios de manchas", causados por fagulhas;
ampliar o aceiro em torno da área, para melhor isolamento;
derrubar as árvores ou arbustos que estejam queimando;
eliminar todos os resíduos de fogo dentro da área queimada; e
manter patrulhamento, com número suficiente de pessoas, até que não haja perigo de reativação do fogo. Voltar no dia seguinte, para nova vereificação.
Grupo: Andréia, Cristiane, Bruna, Débora, Martoncheles.

Tragédia da Vila Socó - Cubatão

Considerada uma das maiores tragédias que a cidade de Cubatão sofreu, ou se não a maior, foi o incêndio de um oleoduto da Petrobrás que passava sob uma favela, Vila Socó, o qual houve centenas de mortes. A matéria abaixo é do jornal O Estado de São Paulo de domingo, 26 de fevereiro de 1984. A tragédia ocorreu no dia 24 de fevereiro de 1984.



Imagem: reprodução da primeira página de O Estado de S.Paulo de 26/2/1984

"Tragédia em Cubatão: explosão e 70 mortos
Não foi por falta de aviso: 'Cubatão está em cima de uma bomba: se houver vazamento de um oleoduto ou deslizamento na serra, teremos uma tragédia', advertiu em agosto o secretário especial do Meio-Ambiente, Paulo Nogueira Neto. A tragédia aconteceu ontem: um dos quatro dutos subterrâneos da Petrobrás que passam sob as casas de madeira da Vila São José (Vila Socó), em Cubatão, começou a vazar sexta-feira - o sexto vazamento desde outubro -, explodiu na madrugada de ontem e matou 70 pessoas, segundo nota oficial da empresa, que assumiu a responsabilidade e vai indenizar as vítimas.
Na nota, distribuída ontem, a Petrobrás - a empresa mais advertida e multada pela Cetesb nos últimos dois anos - ressaltou que a adoção de medidas de segurança na área sempre foi dificultada pelo fato de a região 'estar sujeita a diversas jurisdições'.
Durante a madrugada, Cubatão viveu momentos dramáticos: o fogo destruiu quase toda a favela - mais de mil barracos - e os bombeiros, desesperados, choravam enquanto retiravam dos escombros os corpos calcinados de mulheres agarradas com seus filhos. Morreram famílias inteiras e os feridos em estado grave - mais de 50 - têm poucas possibilidades de sobreviver. Os mortos podem passar de 100, pois muitos corpos ainda estão desaparecidos.


E poderá explodir outra vez
Os tubos que transportam gasolina, gás e óleo diesel na região de Cubatão podem explodir de novo, repetindo a tragédia. Foi o que admitiu ontem o próprio superintendente da Refinaria Presidente Bernardes, Mário de Freitas Esteves. Há denúncias de que os tubos não são corretamente mantidos e de que estão sendo utilizados para o transporte de álcool, altamente corrosivo. A Cetesb já chamou a atenção da Petrobrás para isso.


Cidade maldita e envenenada
A cidade dos meninos mortos, das crianças que nascem sem cérebro, do ar irrespirável, das intoxicações e das doenças respiratórias. O lugar mais feio e mais poluído do mundo, que assusta e enoja os cientistas estrangeiros que chegam para visitá-lo. Cubatão, o 'Vale da Morte', é um lugar terrível, uma cidade maldita e de atmosfera envenenada, sobre a qual já se fizeram centenas de estudos, sem que jamais se chegue a uma solução para a sua gente.

O pouso forçado de Montoro
Ao voltar ontem de Cubatão, o helicóptero em que estavam o governador do Estado e uma equipe da Defesa Civil teve de fazer um pouso forçado, por problemas mecânicos, em um terreno baldio a 50 metros do Clube Paineiras, no Morumbi. Ninguém ficou ferido, nem houve pânico. Este é o único helicóptero do governo, pois o outro foi destruído em julho, ao cair na represa Guarapiranga."

Grupo: Samuel Café, Tânia, Sanderson, Tiago, Ayslan, Luciana Lucas

Saturday, August 22, 2009

Acidente Nuclear de Chernobyl


Chernobyl é uma cidade no norte da Ucrânia, perto da fronteira com a Bielo-Rússia. O nome da localidade significa "grama negra". Em meados da década de 70, foi construída pela União Soviética uma central nuclear a vinte quilômetros da cidade, a qual houve o pior acidente nuclear da história no dia 26 de abril de 1986. Causado por falha humana, o acidente aconteceu por problemas em hastes de controle do reator que foram mal projetadas e por erros no manuseio da máquina.

O Acidente

Na madrugada do dia 26, a equipe responsável pelo plantão aproveitou o desligamento de rotina da unidade 4 para realizar um experimento que buscava verificar o que aconteceria com as bombas de resfriamento se houvesse interrupção de energia, mais especificamente, no momento do intervalo entre a interrupção e a ativação dos geradores de emergência. As bombas de resfriamento assumem um importante papel em uma usina nuclear, pois consegue bloquear o aumento das temperaturas dos reatores, local que armazena o combustível nuclear, impedindo assim trágicas conseqüências.

Para tal experimento, a equipe desligou o sistema de segurança da unidade para evitar que houvesse interrupção de energia no reator e ainda reduziram a capacidade de energia do reator em 25%, o que motivou o acidente. A queda de energia foi maior do que a planejada, fazendo com que a equipe agisse rapidamente para reverter a situação. Porém, uma grande onda energética foi criada e o reator emergencial não funcionou para impedir a mesma.

O crescimento acelerado de energia fez com que os reatores recebessem energia em quantidade maior do que suportava, causando uma grande explosão de 2000ºC de temperatura, o que impulsionou o incêndio do grafite existente que moderava os nêutrons no reator. O grafite por muitos dias permaneceu queimando, fazendo com que inúmeras tentativas de cessar fogo e impedir mais liberação de material radioativo fossem em vão. Não se sabe ao certo a quantidade de pessoas mortas em conseqüência do acidente e nem a quantidade de radiação liberada, pois as estatísticas das autoridades soviéticas foram distorcidas com o intuito de ocultar a real situação do problema.

Após o acidente foi construída uma estrutura de concreto e aço sobre o local acidentado e contaminado, o que recebeu o nome de sarcófago. O sarcófago tem a finalidade de impedir a liberação dos 95% do combustível nuclear ainda existente no local.

As Consequências

  • Um relatório oficial da ONU, em 2000, concluiu que não há nenhuma evidência científica de qualquer radiação de forma significativa a saúde relacionados com a maioria das pessoas expostas. Isto foi confirmado em um estudo muito aprofundado, 2005-2006.
  • A catástrofe de Chernobyl produziu uma radioatividade considerável: centenas de vezes mais matérias radioativas lançadas do que em Hiroshima.
  • As mortes por câncer em virtude da tragédia nuclear em Chernobyl podem se situar entre 30.000 e 60.000, segundo um estudo de cientistas britânicos, que multiplica por dez a cifra apontada num controvertido relatório da ONU.

Uma das conseqüências de Chernobyl foi o aumento progressivo de doenças, em particular em crianças, incluindo os fetos que estavam intra-útero na época do acidente, em 1986.

Os sobreviventes vítimas da radiação de Chernobyl tornaram-se suscetíveis ao câncer.
Para saber mais sobre o acidente: O Desastre De Chernobyl - Discovery Channel
Uma série de 9 videos no youtube - http://www.youtube.com/watch?v=EwS9-dC-dKg
Grupo: Samuel Café, Tânia, Sanderson, Tiago, Ayslan, Luciana Lucas

Thursday, August 20, 2009

VilaParisi - Cubatão-SP mais conhecida como "Vale da Morte"

Cubatão teve um bairro residencial operário, localizado bem no meio do pólo industrial, e justamente na época de maior descontrole da poluição provocada pelas indústrias. Era a Vila Parisi, mais conhecida como “Vale da Morte. O antigo sítio foi loteado para permitir a construção de uma "pequena cidade para os futuros trabalhadores da Cosipa" e, posteriormente, as fábricas de fertilizantes e cimento que se instalaram em torno da vila. O loteamento nunca teve infra-estrutura básica. As pessoas lavavam as roupas nos córregos e compravam água de caminhões-pipa. Em pouco tempo surgiram os focos de esquistossomose e as enchentes tornaram os verões um inferno para os moradores. Respirava-se poeira em suspensão, cimento, pó de escória e fertilizantes, rocha fosfática nacional com alto teor de flúor que matou os vegetais da serra e, também, pireno e antraceno, substâncias que possuem efeito desconhecido e se suspeitava proceder o câncer que matava os velhos. As crianças começaram a nascer anencefálicas (sem o cérebro). Nas chuvas de verão de 1982, toneladas de troncos de árvores desceram pelos rios Cubatão, Piaçagüera, Perequê e Moji. A natureza morria, as encostas da Serra do Mar caíam e ameaçavam atingir tanques e dutos. Um estudo sigiloso da Cetesb (provocado por cientistas da Organização Mundial da Saúde e protestos da ONU, dez anos depois da Conferência de Estocolmo) provava que cada morador da Vila Parisi estava sendo castigado diariamente por 12,5 quilos de uma mistura de quase 100 compostos químicos. Conforme pesquisa da USP, os pulmões dos moradores da vila eram maiores que os comuns dos mortais, para que pudessem respirar melhor em meio a esse coquetel de poluentes. Contudo, com a união entre indústrias, comunidade e governo, a cidade conseguiu controlar 92% das suas fontes poluidoras. Em 1992 recebeu da ONU o título de "Cidade Símbolo da Recuperação Ambiental".

Grupo: Guilherme Vieira, Gustavo Alves, Elis Delane, Phelipe

Tuesday, August 18, 2009

De olho na composição dos cosméticos

O gel dental para crianças até 5 anos da marca BITUFO (Cocoricó), contém na sua composição METHTLPARABEN, que é uma substância que pode ser tóxica.
As informações que encontrei no site (http://www.cosmeticsdatabase.com/ ingredient.php?ingred06=703937&nothanks=1) mostra que temos que ter mais atenção com as crianças, que gostam de ingerir o gel dental, o site mostra que o uso excessivo pode provocar série de problemas.
Metilparabeno
Dada a informação incompleta disponibilizada pelas empresas e pelo governo, EWG fornece informações adicionais sobre produtos de cuidados pessoais ingredientes da literatura científica publicada. The chart below indicates that research studies have found that exposure to this ingredient -- not the products containing it -- caused the indicated health effect(s) in the studies reviewed by Skin Deep researchers. O gráfico abaixo indica que estudos constataram que a exposição a este ingrediente - e não os produtos que o contenham - causou o efeito de saúde indicado (s) nos estudos revisados por Skin Deep investigadores. Actual health risks, if any, will vary based on the level of exposure to the ingredient and individual susceptibility -- information not available in Skin Deep. Reais riscos para a saúde, se for caso disso, irá variar em função do nível de exposição ao ingrediente e susceptibilidade individual - as informações não disponíveis em Skin Deep.

Metilparabeno impureza pode ser um dos seguintes tipos de produto: moisturizer (170) hidratante (170) facial moisturizer/treatment (141) facial hidratante / tratamento (141) shampoo (74) shampoo (74) conditioner (73) condicionador (73) facial cleanser (69) facial purificadores (69) hand cream (63) creme para as mãos (63) bar soap (53) barra de sabão (53) body wash/cleanser (51) corpo lavagem / limpeza (51) anti-aging (40) anti-envelhecimento (40) exfoliant/scrub (34) exfoliant / esfrega (34) antiperspirant/deodorant (28) antiperspirante / desodorante (28) mask (26) máscara (26) toothpaste (25) creme dental (25) toners/astringents (25) toners / astringents (25) bath oil/salts/soak (24) banho de petróleo / sais / embeber (24) around-eye cream (20) em torno de olho creme (20)

Also listed as Também figuram como
BENZOIC ACID, 4-HYDROXY-, METHYL ESTER; P-CARBOMRYHOXYPHENOL; 4-HYDROXYBENZOIC ACID, METHYL ESTER; P-METHOXYCARBONYLPHENOL; METHYL 4-HYDROXYBENZOATE; METHYL P-HYDROXYBENZOATE; METHYL PARAHYDROXYBENZOATE; METHYL ESTER BENZOIC ACID, 4-HYDROXY-; METHYL ESTER 4-HYDROXYBENZOIC ACID; 4-HYDROXY- METHYL ESTER BENZOIC ACID; METHYLPARABE ÁCIDO BENZÓICO, 4-hidroxi-, METHYL ESTER; P-CARBOMRYHOXYPHENOL; Ácido 4-hidroxibenzóico, METHYL ESTER; P-METHOXYCARBONYLPHENOL; METILO 4-HIDROXIBENZOATO; METILO P-HIDROXIBENZOATO; METILO parahidroxibenzoato; METHYL ESTER ácido benzóico, o 4-hidroxi-; METHYL ESTER Ácido 4-hidroxibenzóico; 4-HIDROXI-METHYL ESTER ÁCIDO BENZÓICO; METHYLPARABE
Sobre Metilparabeno: Metilparabeno é o éster de álcool metílico e do ácido p-hidroxibenzóico. It conforms to theformula: Está em conformidade com theformula:
METHYLPARABEN has reported used in the following product types: facial moisturizer/treatment (2242); moisturizer (1798); anti-aging (1392); foundation (1310); mascara (1020); hair color and bleaching (999); facial cleanser (995); eye shadow (983); conditioner (792); sunscreen: SPF 15-30 (731) Metilparabeno tem relatado utilizado nos seguintes tipos de produtos: hidratante facial / tratamento (2242); hidratante (1798), anti-aging (1392); fundação (1310); rímel (1020), cor do cabelo e branqueamento (999); facial purificadores (995); olho sombra (983); condicionado (792); bronzeador: SPF 15-30 (731).

Grupo:Andréa,Cristiane e Debora.