Saturday, April 9, 2011

Semana 5 - Análise e Gerenciamento de Riscos Ambientais



O trabalho apresentado faz parte do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), elaborado pela PANGEA Soluções ambientais, visando o licenciamento de um Teste de Longa Duração (TLD) proposto pela Petrobras. O capítulo aborda a Análise e Gerenciamento de Riscos Ambientais para o TLD na área do poço 1-RJS-504 no Campo de Espadarte, na Bacia de Campos, localizado cerca de 140 km da costa do município de Macaé (RJ). O TLD propõe como Unidade de Produção o FPSO (Floating, Production, Storage na Offloading) Seillean, que se trata de uma unidade estacionária flutuante com capacidade de produzir e armazenar o petróleo produzido. A vantagem de se fazer o teste com esta unidade é que ela possui um sistema de posicionamento dinâmico, simplificando o processo de instalação da unidade. O poço 7-ESP-42HP-RJS, escolhido para realização do TLD, está localizado em lâmina d’água de 1.308m e será interligado à Unidade de produção através de uma tubulação denominada Drill Pipe Riser de 6 5/8”, conectada a ANM (Árvore de Natal Molhada) a ser instalada na cabeça do poço, permitindo a flexibilidade no posicionamento e no acesso ao poço. Estes procedimentos foram propostos para o TLD, em um período de 7 meses, tendo como objetivo obter informações que irão subsidiar os estudos de viabilidade técnica e econômica da implantação de um sistema de produção definitivo. A Unidade de Produção terá uma capacidade de tratamento e processamento de cerca de 20.000 bpd de óleo (3.200 m3/d). O óleo processado será medido, armazenado nos tanques e transferido para navios aliviadores de posicionamento dinâmico. O gás associado será comprimido, desidratado e primeiramente utilizado para geração de energia da unidade, sendo o excedente enviado para o flare.
O documento buscou enfocar os aspectos ambientais, dentro da área de influência do empreendimento, que pode sofrer danos decorrentes da atividade de instalação e operação da embarcação. Além de apresentar a descrição de todo o processo de instalação, produção, descrição da unidade, faz também a descrição do inventário das medidas de segurança, no qual informa que o FPSO e as instalações submarinas foram projetados e construídos a partir de rígidos critérios de segurança de forma a atender aos requisitos de diferentes organismos internacionais e nacionais citando os dispositivos de segurança, prevenção e combate a situações de emergência.
Em seguida foi feita a análise histórica de acidentes, no qual se buscou obter maiores informações sobre vazamentos de óleo e gás em instalações offshore, por meio de consulta a bancos de dados internacionais, pesquisa junto à resseguradoras, publicações técnicas e registros de acidentes da Petrobras. É apresentado um quadro resumo dos Relatórios de Ocorrência de Acidentes (ROA) fornecido pela Petrobrás relacionado a navios tanques de sua frota. Também são descritos quatro (04) acidentes que envolvem unidades do tipo FPSO e descrevem resumidamente sete (07) acidentes de diferentes tipos de unidades. Por fim é apresentado um quadro com os dados relativos a acidentes com unidades do tipo FPSO e FSO de produção da Petrobras, e alguns estudos de caso baseados em informações coletadas nas mídias impressa e eletrônica.
A metodologia utilizada para o processo de análise de riscos foi fundamentada no estudo da descrição da operação que compreende a instalação e operação do FPSO Seillean para a realização do TLD. Foi utilizada uma das técnicas usualmente empregadas denominada Análise Preliminar de Perigos – APP adotada pelo American Institute of Chemical Engineers (AIChE), no qual é elaborada uma planilha, identificando para cada subsistema, as Hipóteses Acidentais (HAs), suas causas e efeitos. Cada HA é definida como um conjunto formado pelo perigo identificado, por suas causas, e todos os efeitos físicos possíveis respectivamente decorrentes.
Para classificação dos riscos ao meio ambiente associados às hipóteses acidentais identificadas nas planilhas da APP, utilizou-se o critério de categorias de probabilidade, severidade e riscos usuais (AR, MR e BR). Com objetivo de facilitar o estudo, cada sistema foi divido em trechos distintos e estudados separadamente. Avaliaram-se as fases de instalação e produção, considerando as atividades pertinentes à linha de produção, ao FPSO Seillean e a linha de exportação de óleo para o navio aliviador. Em seguida apresentou a Matriz de Riscos Originais das Atividades do TLD e Análise e Avaliação dos Eventos identificados nas fases de instalação e produção. Os resultados obtidos na APP indicaram que, das 57 HA identificadas (4 para instalação e 53 para produção) 2 foram classificadas como riscos originais considerados Riscos Altos (AR) e 29 como Riscos Moderados(RM). Por último mostraram que os riscos originais identificados e analisados tendem a ser minorados pela adoção das medidas mitigadoras recomendadas, resultando em Riscos Residuais cuja severidade e freqüência associadas resultam em novas classes de Riscos. Para as atividades de instalação é apresentado um novo quadro, no qual classifica novamente os riscos, para cada uma das Hipóteses Acidentais(HÁ) identificadas, porém não alterou a classificação final dos riscos, pois todas as HÁ’s foram originariamente classificadas como de Baixo Risco (BR). Já para as atividades de produção houve certas mudanças na classificação final dos riscos, no qual 18 das 29 HÁ’s classificadas originalmente como Risco Moderado (RM), tiveram suas classes de risco alteradas para Baixo Risco (BR), o que demonstra a importância da implementação das medidas previstas. Em função da nova combinação de freqüência e severidade observou-se que os Altos Riscos estão representados por apenas 1(uma) hipótese acidental (1,9%), 11 (20,7%) foram classificados como Risco Moderado (RM) e 41 (77,4%) receberam a classificação de Baixo Risco (BR).
A conclusão foi que a aplicação das técnicas de avaliação de riscos permitiu identificar e caracterizar os riscos mais significativos, respeitando-se as características reais da instalação. Os resultados permitem que sejam identificadas medidas para a redução da freqüência de ocorrência de eventos iniciadores de acidentes, ou para a redução da magnitude das conseqüências destes. Mencionam que atualmente a tecnologia contribui para o controle ambiental aliadas aos procedimentos específicos de navegação, aproximação e permanência de embarcações, refletindo diretamente sobre o gerenciamento de riscos das atividades do FPSO Seillean na execução do TLD.
Por último abordaram o processo de Gerenciamento dos Riscos Ambientais que visa à ação planejada para o combate às eventuais situações de emergência consideradas como significativas a partir da Análise de Riscos. Este planejamento engloba não só a identificação das medidas e ações, como incorpora a locação e verificação dos recursos necessários, treinamentos específicos e auditorias de todo o processo. É apresentado um plano de gerenciamento que contemplam todas as medidas preventivas e mitigadoras apresentadas na planilha da APP necessárias para reduzir os riscos a uma categoria imediatamente abaixo.
Este trabalho contribuiu para visualizarmos passo a passo a aplicação de técnicas de avaliação de riscos que até então, nos textos anteriores, tínhamos somente a teoria. Foi possível verificar a importância da Análise dos riscos como um instrumento, no qual investiga e pontua as possíveis falhas e causas propondo medidas preventivas e mitigadoras para redução dos riscos de ocorrência de acidentes e para o EIA necessário no licenciamento de empreendimentos. Não farei críticas quando ao diagnóstico e critérios realizados, para tanto sugiro a leitura do EIA, do qual este capítulo faz parte.

Friday, April 8, 2011

Seminário Internacional de Gestão de Riscos e Desastres naturais

Este evento acontece em Brasília, no Centro Ulyssis de Guimarães

11 de abril de 2011 (segunda-feira)

18h

Credenciamento

20h

Abertura Oficial
Makhtar Diopp, diretor do Banco Mundial para o Brasil
Fernando Bezerra Coelho, ministro da Integração Nacional
Michel Temer, presidente em exercício



12 de abril de 2011 (terça-feira)
Mesa: “Experiências Internacionais na Gestão de Riscos e Desastres”.

8h30 – 8h40
Abertura
Joaquim Toro
(Especialista Sênior em Gestão de Risco de Desastres - Banco Mundial)

8h40 – 9h20
Palestra
Tema: Gestão Integral de Riscos
Palestrante: Omar Dario Cardona
(Especialista Internacional. Premio UM Sasakawa)

9h20 – 10h
Palestra Itália
Tema: Sistema de Proteção Civil Italiana
Palestrante: Giovani De Siervo
(Diretor-Proteção Civil Italiana)

10h30 – 11h10
Palestra Turquia
Tema: Sistema de Gestão de Riscos Turquia
Palestrante: Dra. Ayse Erkan
(Especialista Sênior da Gestão de Desastres) Presidência para a Gerência do Desastre e da Emergência (AFAD)

11h10 – 11h50

Palestra México
Tema: Instrumentos financeiros para a gestão de riscos e resposta a desastres
Palestrante: Rubem Hofliger Topete
(Diretor-Geral Fundo Nacional para Desastres Naturais)


11h50 – 13h

Debate

13h – 14h

ALMOÇO

14h – 14h40

Palestra Colômbia
Tema: Gestão de Riscos no Ordenamento Territorial
Palestrante: Carlos Costa
(Especialista Internacional . Ex-Ministro de Ambiente, habitação e desenvolvimento territorial.)


14h40 – 15h20

Palestra Holanda
Tema: Experiência na gestão e modelação de enchentes
Palestrante: Dra. Adri Verwey
(Especialista Sênior em Modelamento de Enchentes; Deltares Holanda)


16h – 16h40

Palestra Noruega
Tema: Experiência na gestão e modelação de deslizamentos
Palestrante: Dr Andrers Solheim
(Diretor da Divisão de Perigos Naturais)


16h40 – 17h20

Palestra GFDRR - Global Facility for Disaster Reduction and Recovery
Palestrante: Apurva Sangui
(Economista Sênior)


17h20 – 18h00

Debate

18h

Encerramento



13 de abril de 2011 (quarta-feira)
Mesa: “A experiência brasileira na gestão de riscos e desastres: diagnóstico e propostas da I Conferência Nacional de Defesa Civil e Assistência Humanitária
Por Uma Ação Integral e Contínua”.



8h30 – 8h40

Abertura
Marcos Túlio de Melo
(Presidente do CONFEA)

8h40 – 9h

Palestra Estado RJ
Palestrante: Pedro Marco Cruz Machado
(Subsecretário de Defesa Civil do Estado do RJ/ Comandante-geral do Corpo de Bombeiros do RJ)

9h – 9h20

Palestra Estado SP
Palestrante:Admir Gervásio Moreira
(Coordenador Estadual de Defesa Civil de São Paulo)

9h20 – 9h40

Palestra Estado RS
Palestrante:Leandro Ribeiro da Fonseca
(Coordenador Estadual de Defesa Civil do RS)

10h – 10h30

Debate

10h30 – 10h50

COFFEE - BREAK

11h10 – 13h00

OFICINAS SIMULTANEAS

Oficina 1
Gerenciamento de Abrigos no Estado do RJ
Palestrante: Major Gilberto Alves Lima
(Diretor da Escola de Defesa Civil do Estado RJ)

Oficina 2
“Boas Práticas em Defesa Civil – Compartilhando as Lições Aprendidas e modificações Realizadas em Blumenau/SC”
Palestrante: Aldo Baptista Neto
(Secretário Municipal da Defesa Civil de Blumenau/SC)

Oficina 3
“Mobilização Social – Experiência na Implementação dos Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDECs)”
Palestrante: Rejane Lucena
Coordenadora de Planejamento e Assistência da Defesa Civil de Jaboatão dos Guararapes

Oficina 4
“Gerenciamento de Desastres”
Palestrante: Claudius Vinicius Vicente Pereira
Diretor-Presidente da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte - URDEL

Oficina 5
“Planejamento Urbano para a Prevenção de Desastres”
Palestrante: Daniel Todtmann Montandon
(Diretor de Planejamento Urbano do Ministério das Cidades)

13h – 14h
Almoço

14h – 16h
MESAS REDONDAS SIMULTÂNEAS

MESA 01
“Fenômenos Meteorológicos, Efeitos Geológicos, Desastre Urbano – Região Serrana do Rio de Janeiro”
Coordenador: Marcos Thadeu Abicalil
(Especialista Sênior em Recursos Hídricos e Saneamento - Banco Mundial)

Palestra 01: “Aspectos de Meteorologia e Hidrologia havidos”
Palestrante: Paulo Canedo
(Professor de Hidrologia da COPPE/UFRJ)

Palestra 02: “Aspectos Geológicos e Geotécnicos”
Palestrante: Francisco Dourado
(Professor de Geologia da UERJ)

Palestra 03: “Os custos do Desastre e da Reconstrução”
Palestrante: Ícaro Moreno Junior
(Presidente da Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro)

Palestra 04: “A Resposta ao Desastre”
Palestrante: Roberto Robadey
(Coordenador da Defesa Civil de Nova Friburgo)

MESA 2
“Emergências em Saúde”
Coordenador: Jarbas Barbosa da Silva Jr.
Secretário de Vigilância em Saúde (Ministério da Saúde)

Palestra 01: “Riscos epidemiológicos relevantes”
Palestrante: Wanderson Kleber de Oliveira
Coordenador Geral de Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde (Ministério da Saúde)

Palestra 02: “O Setor Saúde na Prevenção, Preparação e Resposta a Desastres”
Palestrante: Daniela Buosi Rolfhs
(Diretora Substituta do Depto. de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador - Ministério da Saúde)

Palestra 03:
“Modelo de preparação e resposta no Setor Saúde frente a radioacidentados”
Palestrante: Teresa Leite
(Médica, Coordenadora do Centro de Informações em Radioepidemiologia, Fundação Eletronuclear de Assistência Médica)

MESA 3
“Prevenção e Combate de Incêndios Florestais – Rumo à Ação Coordenada em Escala Nacional”
Coordenador: Mauro Pires
(Diretor de Políticas de Combate ao Desmatamento (Ministério do Meio Ambiente)

Palestra 01: “O desafio da ação coordenada: a instalação dos Centros de Monitoramento Ambiental – CEMANs em 2010”
Palestrante: Wanius de Amorim
(Coordenador do Programa Nacional para a Redução do Uso do Fogo nas Áreas Rurais e Florestais - Pronafogo -MMA)

Palestra 02: “O Sistema Prevfogo e o papel dos Brigadistas”
Palestrante: Luciano Evaristo
(Diretor de Proteção Ambiental do IBAMA)

Palestra 03: “A experiência de prevenção e combate aos incêndios florestais no Estado de Tocantins”
Palestrante: Diógenes Madeira de Oliveira
(Coordenador de Mobilização e Minimização de Desastres (Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Tocantins)

Palestra 04: “A ação coordenada nos incêndios florestais em Roraima em 2010”
Palestrante: Manoel Leocádio de Menezes
(Coordenador Estadual de Defesa Civil de Roraima)

Palestra 05: “A ação coordenada nos incêndios florestais no Mato Grosso”
Palestrante: Paulo André Silva Barroso
(Comandante do 2º Batalhão de Bombeiros Militar de Várzea Grande/MT)

MESA 04
“Prevenção e Mitigação de Eventos Hidrológicos Críticos: Secas e Inundações”
Coordenador: Ingrid Illich Muller
(Presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos)

Palestra 01:
Palestrante: José Otamar de Carvalho

Palestra 02:
Palestrante: Joaquim Gondim
Superintendente de Usos Múltiplos, Agência Nacional de Águas

Palestra 03:
Palestrante: Antônio Barbosa
Coordenador P1 + 2 (Articulação do Semi-Árido)

Palestra 04:
Palestrante: Oscar Luis Moiano
Subchefe de Defesa Civil da coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio Grande do Sul

Palestra 05:
Palestrante: Francisco de Assis Souza Filho
Professor e Pesquisador do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Universidade Federal do Ceará

16h – 16h20
COFFEE – BREAK
16h20 – 18h20
“A agenda brasileira da gestão de riscos e desastres e as propostas do Governo Federal”.
Coordenador: José Magalhães de Sousa

(Representante da Cáritas)

Palestra 01
Palestra: Humberto Viana
Secretário Nacional de Defesa Civil (Ministério da Integração Nacional)

Palestra 02
Palestra: Carlos Afonso Nobre
Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Ministério da Ciência e Tecnologia)

Palestra 03
Palestra: Celso Santos Carvalho
Secretário Nacional de Programas Urbanos, Substituto (Ministério das Cidades)

Palestra 04
Palestra: Carmen Silveira
Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente

Palestra 05
Palestra: Paulo Branco
Assessor do Diretor de Hidrologia e Gestão Territorial do Serviço Geológico Brasileiro (CPRM)

18h30 – 19h
Debate

19h
Encerramento

Monday, April 4, 2011

Risco de Explosão em Taguatinga - gás butano na rede de esgoto

Avenida Comercial Sul de Taguatinga é isolada por risco de explosão

CORREIO BRAZILIENSE

Brasília, segunda-feira, 04 de Abril de 2011

Mariana Laboissière

Publicação: 04/04/2011 11:02 Atualização: 04/04/2011 12:59

A Defesa Civil isolou, na madrugada desta segunda-feira (4/4), a Avenida Comercial Sul de Taguatinga. A interdição aconteceu após uma denúncia de um morador da região que reclamava de mau cheiro. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local para fazer uma medição dos níveis de inflamabilidade do gás butano liberado pelo esgoto e o resultado indicou risco moderado. Por prevenção, toda a área entre a loja Polyelle e o Alameda Shopping, além do cruzamento com a CSA1, está com o trânsito interrompido.

Cerca de 30 agentes da PM e dos bombeiros, além de funcionários da Defesa Civil, do Departamento de Trânsito (Detran) e da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) já providenciaram uma solução para o problema. Sete bueiros serão abertos para aumentar a circulação de ar, diminuir a pressão do gás e reduzir o risco de explosão. Os bombeiros já se preveniram para essa possibilidade e enviaram uma viatura de combate a incêndio carregada com seis mil litros de água.

Todas as lojas no trecho isolado estão fechadas, mas os prédios da região não foram evacuados. Além dos carros, pedestres também estão proibidos de circularem pela área, mas, vários curiosos acompanham os procedimentos nos limites de segurança impostos pelos policiais.

Por volta das 11h30 os bombeiros fizeram uma nova medição, utilizando um explosímetro, mas não divulgaram o resultado. Funcionários de diferentes órgãos discutiam a respeito do novo resultado e decidiram manter o alerta do risco de explosão. A Caesb faz a intervenção das tubulações de esgoto, conhecidas como suspiro, com o objetivo de reduzir a emissão de butano, mas, apesar dos esforços, o mau cheiro no local continua forte.

Ato contra o uso do agrotoxico n agircultura

Jornada Contra o Uso de Agrotóxicos,

em defesa do Código Florestal e pela Reforma Agrária - Brasília/DF

Se ser político é reclamar das injustiças. Então, eu sou político” - Patativa do Assaré

06 de abril

Mesas e rodas de diálogo

FUP - UNB – Planaltina

Mesa redonda:Agrotóxicos - da pesquisa à industrialização e comercialização, saúde e justiça ambiental”

Palestrantes: César Koppe Grisolia (Prof. UNB - autor do livro "agrotóxicos, mutações, câncer e reprodução”) e Fernando Carneiro (Prof. UNB e integrante da Coordenação do Fórum Nacional de Combate aos Impatos dos Agrotóxicos).

Moderadores: Flavio M. Pereira da Costa - professor e coordenador do núcleo de Agroecologia (FUP) e Ricardo T. Neder - Observatório do movimento pela tecnologia social na América Latina.

Horário e Local: 08 horas - Auditório do Campus UnB Planaltina.

IFB – Planaltina

Mesa redonda:Alimentação Escolar e Agrotóxicos: Os Princípios da Alimentação Saudável e da segurança alimentar

Palestrantes: Maria Luiza (Coordenadora de Agricultura Familiar - PNAE/FNDE) e Letícia Silva (ANVISA).

Moderadora: Paula Petracco (IfamBiental)

Horário e local: 13:30 às 15:30 horas - Auditório do IFB

UNB – Darcy Ribeiro

Roda de diálogos sobre Agrotóxicos

Palestrantes: Fernando Carneiro (Prof. UNB e assessor da comissão de saúde da Câmara) e Ana Maria Junqueira (Profa. UNB - Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária)

Moderador: Fábio dos Santos Miranda (Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal).

Horário e local: 12:40 às 14:00 horas - Anfiteatro 09


07 de abril


Ato Público

Marcha dos trabalhadores em defesa do Código Florestal, contra o Uso de Agrotóxicos e pela Reforma Agrária.

Concentração: 07 horas no ExpoBrasilia (Parque da Cidade) e 09 horas (em frente ao Congresso Nacional).

Audiência Pública

“Agrotóxicos e saúde dos trabalhadores”

Debatedores: Via Campesina, Fórum Brasileiro de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Local e horário: às 09 horas, na Câmara Federal

Aula ampliada

"Saúde, ambiente e trabalho: o risco dos agrotóxicos"
Debatedor: Fernando Carneiro
Local e horário:
14 às 17horas - Auditório 3 da Faculdade de Saúde Coletiva da UNB.

Sua participação é indispensável, agende-se!


Sunday, April 3, 2011

Histórico do GT de Risco CETESB -Programa de Gerenciamento de Risco Portuário

Olá a todos,

Simplesmente trouxe um gostinho da história ambiental do risco ambientl no estado de São paulo, pela visão e do papel crescente da CETESB em getão de riscos. Assim, veja abaixo um contexto de uma série de acontecimentos e acidentes que desencadearam os estudos da CETESB que vcs leram esta semana (ver a resenha da Tâmara). Se puderem, sugiro acessar o Manual de Gestão de Riscos Químicos pelo website em Gerenciamento de Risco do Setor de Análise de Risco da Cetesb)


Renata


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Histórico
Em 1988, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da CETESB, deu início à implantação do Programa de Prevenção e Gerenciamento de Riscos, contemplando nove terminais privados da Baixada Santista e dois terminais da PETROBRAS, sendo um em Santos e outro em São Sebastião, para os quais foi requerida a realização de estudos de análise de riscos.

Os citados estudos foram elaborados pelas empresas, de acordo com a metodologia definida pela CETESB. Esta, ap ós análise e avaliação dos estudos, definiu uma série de medidas para o gerenciamento dos riscos nos terminais. Essas medidas foram implantadas ao longo dos últimos anos, restando ainda algumas pendências, as quais vêm sendo acompanhadas periodicamente pelas Agências Ambientais de Santos e Ubatuba, com o apoio técnico do Setor de Análise de Riscos.

As recomendações dos estudos de análise de riscos resultaram numa série de melhorias nos terminais, tais como:
- Impermeabilização das bacias de contenção e áreas operacionais;
- Operações de carga e descarga de caminhões-tanques somente em ilhas de carregamento, evitando-se o uso de bombas móveis;
- Instalação de câmaras de espuma em todos os tanques de produtos inflamáveis;
- Bombas de transferência instaladas sempre externamente às bacias de contenção;
- Instalação de válvulas "fire-safe" nas saídas dos tanques de inflamáveis.

Em outubro de 1991 ocorreu um acidente relevante, na Ilha de Barnabé em Santos, nas instalações do terminal da Granel Química. O fato foi motivado por um raio que atingiu um tanque de armazenamento de acrilonitrila, que causou um incêndio de grandes proporções. Apesar do evento não ter causado danos significativos às pessoas, causou intensas emissões de poluentes e grande comoção na população da região.

A CETESB, após análise da ocorrência, exigiu que todos os terminais do Porto de Santos passassem a utilizar gás inerte nos tanques destinados ao armazenamento de líquidos inflamáveis classe I, minimizando assim a possibilidade de ocorrer acidentes similares ao relatado.

Em fevereiro de 1995, uma fissura no casco do navio Stolt Span, que trafegava no Estuário de Santos, provocou o vazamento de cerca de 32 m³ de estireno, lançando poluentes, contaminando as águas do estuário, a atmosfera, bem como causando incômodos à população de boa parte da Baixada Santista.

Mais recentemente, dois novos acidentes, ocorridos nas dependências da Brasterminais, em setembro de 1998 e abril de 1999, trouxeram novas preocupações com a segurança da região.

O acidente ocorrido em 1998 envolveu o vazamento da substância inflamável diciclopentadieno durante a operação de transferência de um tanque do terminal para caminhão. Houve uma explosão seguida de incêndio, não sendo constatados, no entanto, danos à população. Entretanto, a substância em combustão atingiu o mangue, provocando a queima de cerca de 300 m² de vegetação e, em decorrência das ações de combate ao incêndio, quantidade significativa de água contaminada atingiu o Estuário de Santos, por meio do sistema de drenagem do terminal.

O acidente ocorrido em abril de 1999 envolveu a substância inflamável comercialmente conhecida como COPERAF-1, que é um solvente derivado do fracionamento do petróleo, composto predominantemente por hexano. Neste caso, o acidente se deu durante a operação de transferência da substância de um tanque do terminal para caminhão. Ocorreu uma explosão seguida de incêndio, gerando a morte de um funcionário e danos à vegetação na região limítrofe entre a empresa e o manguezal. Decorrente das ações de combate ao incêndio, novamente, quantidade significativa de água contaminada atingiu o Estuário de Santos por meio do sistema de drenagem do terminal.

Desenvolvimento do trabalho
Os dois acidentes recentes ocorridos na Brasterminais, mais uma vez despertaram a preocupação, não só da comunidade da região, mas também dos órgãos governamentais, em particular da direção da CETESB, a qual por meio de Resolução Nº 030/99/P (Anexo I), de 31/05/99, criou um Grupo de Trabalho com representantes das Diretorias de Controle da Poluição Ambiental, Diretoria de Engenharia, Tecnologia e Qualidade com a finalidade de reavaliar as medidas implementadas até então pelos terminais de produtos químicos nos municípios de Santos, Guarujá e Cubatão, e propor, se necessário, medidas adicionais que otimizassem os sistemas de prevenção e segurança existentes.

Foram realizadas vistorias em dezesseis terminais, sendo produzido um diagnóstico de cada um e da Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP, autoridade portuária. Também foram propostas medidas específicas por terminal e medidas de caráter geral para todos os terminais.

Foi elaborado um relatório descrevendo o conjunto de ações adotadas pelo Grupo de Trabalho e apresentando as recomendações pertinentes às instalações avaliadas.
»
Programa de gerenciamento de riscos (arquivo em pdf)

Consta do citado relatório, entre outras, um conjunto de recomendações referentes à implantação de planos de ação de emergência. No entanto, uma inovação deste programa foi a recomendação para inclusão de ações para combate a vazamentos de produtos químicos no mar nos planos de emergência.

Em atendimento a tal recomendação, algumas das empresas participantes da Associação Brasileira de Terminais Líquidos - ABTL optaram por apresentar um plano comum, de forma a otimizar recursos humanos e materiais.
»
Plano para vazamento de produtos químicos no mar (arquivo em pdf)

Veja também o trabalho
Gerenciamento de Riscos em Terminais e a minimização de acidentes ambientais envolvendo produtos químicos(arquivo em pdf) apresentado no 5º Seminário sobre Ambiente Marinho, em novembro de 2005, o qual mostra como a implantação do Programa de Gerenciamento de Riscos vem contribuindo, de forma significativa, para redução da freqüência de acidentes nos terminais marítimos.

Risco novas explosões em bueiros na cidade do Rio De janeiro

O Globo: 02/04/2011 às 12:02
Atualizado em 02/04/2011 às 12:45

Técnicos trabalham na manutenção do bueiro que explodiu na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. / Foto: Gustavo Pellizzon / Agência O Globo

Os subterrâneos da área central e da Zona Sul do Rio têm, pelo menos, 130 bombas-relógio que podem explodir a qualquer momento. É o que reconheceu o presidente da Light, Jerson Kelman, em entrevista coletiva, na manhã de hoje.

Ele informou que das quatro mil câmaras transformadoras _ salas subterrâneas que comportam os transformadores _ espalhadas da Zona Sul ao Centro, 130 ainda precisam ter os equipamentos trocados. Uma delas foi a que explodiu na noite de sexta-feira, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, causando ferimentos em cinco pessoas. Jerson não revelou os locais das outras câmaras.

_ Seria leviano da minha parte dizer que não vai acontecer (uma explosão) novamente. Sim, pode acontecer. Por isso, vamos reforçar as obras _ afirmou o presidente da Light.

O plano de manutenção do subterrâneo, iniciado no segundo semestre de 2010, prevê a recuperação de duas mil câmaras que apresentavam problemas. As obras iniciaram no Leblon e seguem em direção ao Centro da cidade. A data para finalização do trabalho estava programada para o final deste ano. Porém, com a nova explosão, Jerson afirmou que a data deverá ser adiantada.

_ Esta será a prioridade número um da Light. Vou me envolver pessoalmente para conferir o andamento do programa _ garantiu.

O presidente fez questão de salientar que as vítimas da explosão na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, já liberadas do Hospital Miguel Couto, receberão assistência da concessionária.

Friday, April 1, 2011

Semana 4 - GRA - MENDES et al (2004) e POFFO et al (2007)

Esta resenha abrange os artigos “Elaboração de Metodologia para análise dos riscos ambientais”, de Mendes et al (2004), e “Análise temporal dos acidentes ambientais na região portuária de Santos”, de Poffo et al (2007).
O trabalho de Mendes teve como objetivo descrever a metodologia de elaboração do Mapeamento do Risco Ambiental – MARA em faixas de dutos, e justificar sua adoção dentro do contexto dos Estudos de Análise do Risco – EAR nos empreendimentos Petrobras/Transpetro. A metodologia MARA descrita nesse artigo foi desenvolvida em conjunto com a CETESB, e buscou analisar de forma qualitativa a correlação entre sensibilidade ambiental, volumes vazados nos ambientes vulneráveis ao derramamento do óleo, práticas e recursos das ações de contingência e ações de mitigação para proteção dos elementos ambientais e usos socioeconômicos.
A metodologia apresentada se aplica à faixa de oleodutos que transportam petróleo e derivados líquidos que, em caso de derrames, podem afetar a segurança da população limítrofe ou comprometer regiões ambientalmente sensíveis ao produto transportado. Foram atribuídos valores de referência aos diferentes biomas das regiões sudeste e centro-oeste, e, em seguida, classificou-se a sensibilidade ambiental dos ecossistemas, de acordo com seus elementos ambientais (áreas prioritárias de proteção que podem ser afetadas por um vazamento na bacia hidrográfica analisada), o uso do solo, os recursos hídricos e os pontos notáveis (elementos que podem interferir com a integridade do duto ou que podem estar vulneráveis no caso de um vazamento, estando localizados na faixa de servidão ou próximo a ela).
Após a realização dessa classificação, foram criados Mapas de Elementos Ambientais Passíveis de Impacto por Vazamento em Oleoduto, os quais apresentam o traçado do duto. Para elaboração dos mapas foram utilizadas informações do banco de dados GIS-TRANSPETRO.
Após a elaboração dos Mapas de Elementos Ambientais Passíveis de Impacto por Vazamento em Oleoduto realizam-se reuniões para a simulação da Contingência com especialistas, com a finalidade de analisar de forma qualitativa a magnitude das repercussões acidentais dos vazamentos sobre o meio ambiente local, em travessias com ambientes sensíveis ou em regiões urbanas. Na reunião é gerada uma planilha que sintetiza dados e informações obtidos no estudo ambiental, no EAR e nas localizações dos recursos disponíveis e adequados ao atendimento das emergências para cada trecho inferido do duto. A integração dessas informações permite identificar pontos prioritários para proteção ambiental ao longo do duto e a elaboração de recomendações e medidas para orientação das ações de contingência.
Na conclusão, o autor ressalta que a metodologia MARA contribui para o reconhecimento do risco ambiental, pois visualiza os elementos ambientais por meio de imagens de satélite e fotos aéreas; visualiza as drenagens afetadas; conhece, classifica e busca proteger os elementos sensíveis que podem ser impactados; planeja os recursos humanos e materiais necessários para um eventual acidente; possibilita criar previamente estratégias de combate; utiliza mapas e tabelas geradas no MARA para treinamentos e simulados; melhora os tempos de resposta à emergência; e complementa o estudo de risco de segurança com visão ambiental.
No artigo de Poffo et al (2007), objetivou-se estudar as ligações existentes entre as causas e as conseqüências de 424 acidentes ambientais registrados, ocorridos na região portuária de Santos de 1980 a 2006. Os resultados poderão auxiliar programas de gerenciamento de riscos de gestão socioambiental na região estudada.
Como metodologia para o estudo foram consultados arquivos disponibilizados pela CETESB, pela Companhia Docas dos Estado de São Paulo – CODESP e pela Associação Brasileira de Terminais Líquidos a Granel – ABTL, entre 1980 e 2006.
Como resultado, os autores trouxeram um número total de 424 ocorrências quando atracaram 108.934 navios.
Os dados demonstraram que 36%, ou seja, a maioria dos acidentes, estão associados com falhas no transporte marítimo e a minoria (2%) foram associados com acidentes de dutos. Com relação ao modo de falha, as operacionais predominaram em 50% do total, seguida das causas não apuradas (24%) e das mecânicas (18%).
As falhas operacionais ocorridas durante a atividade de carga/descarga na interface navio/cais ou píer e as de abastecimento de óleo combustível marítimo para os navios por barcaças-tanque foram responsáveis pelo vazamento de pequeno e médio porte. Já os vazamentos de grande porte foram causados em sua maioria por encalhes e colisões.
Quanto à periculosidade e à toxidade das substâncias descartadas no meio ambiente, foram identificados 48 tipos diferentes, dos quais 24 foram classificados como líquidos inflamáveis; 11 como tóxico e 4 como muito tóxico à saúde humana; 10 foram classificados como pouco tóxico e 7 como tóxico à vida aquática; 12 causaram alteração estética significativa na superfície do estuário.
Dentre as conseqüências desses acidentes ressaltam-se os problemas relacionados à saúde física/psicológica dos operadores do porto e dos terminais químicos/petroquímicos, os óbitos e os danos ao meio ambiente (terrestre e aquático, prejuízo a atividades de lazer).
Nas considerações finais os autores afirmam terem observado uma redução na freqüência dos acidentes de abrangência regional devido aos investimentos relacionados com estudos de análises dos riscos, estruturação de planos de ação de emergência, estudo do deslocamento das manchas, mapeamento de áreas sensíveis, aquisição de equipamentos de contenção e recolhimento. Nesse ponto, saliente-se a relação desse artigo com o anterior, de Mendes et al. Aqui, Poffo et al reconhecem a importância da ferramenta do mapeamento de áreas sensíveis (estudada por Mendes et al) e de outros investimentos relacionados a análise de riscos como precursores da redução dos acidentes na região portuária de Santos.
Nas recomendações, Poffo et al sugerem que o novo Programa de Gestão de Risco – PGR não seja voltado apenas aos impactos ao homem (risco individual ou social), mas também aos impactos socioambientais. Sobre esse assunto, vale frisar que esse ponto foi um dos pontos controversos discutidos em classe no debate sobre o manual da CETESB. Naquele manual, a CETESB se preocupa apenas com os impactos ao homem, o que foi motivo de críticas por parte dos alunos de GRA. Nesse texto, os autores sugerem a correção do PGR, de forma que nele sejam contemplados os impactos socioambientais, corroborando o nosso raciocínio.
Os autores sugerem ainda, mais investimentos em programas de treinamento e capacitação dos operadores sobre aspectos do “triângulo” segurança, meio ambiente e saúde, a fim de minimizar as falhas operacionais, os impactos ecológicos e socioeconômicos.
Observa-se uma relação intrínseca entre os textos de Mendes et al e Poffo et al. Enquanto o primeiro apresenta a metodologia do mapeamento do risco ambiental, o segundo traz os resultado da aplicação desse mapeamento a um caso concreto, chegando a conclusão que esse mapeamento, associado a outros fatores, contribuiu para reduzir os acidentes causadores de impactos socioambientais. Verificou-se também, a participação da CETESB em ambos os estudos, e aspectos relacionados ao manual por ela elaborado, como a classificação das substâncias (tóxicas e inflamáveis), e outros fatores relacionados ao estudo de análise do risco.