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Gestão de riscos - Princípios e diretrizes - ABNT NBR ISO 31000:2009
Público alvo:
Profissionais de empresas privadas, das associações de classe setoriais, dos organismos governamentais, das autoridades regulamentadoras, das autoridades regulamentadoras, das organizações não-governamentais e demais profissionais que atuam ou querem atuar na área de gestão de risco.
Objetivo:
Auxiliar aos profissionais a adotar processos de gestão de riscos de forma eficaz, eficiente e coerente, através de uma maneira sistemática, transparente e confiável, dentro de qualquer escopo e contexto, tendo como referência a abordagem genérica descrita na norma ABNT NBR ISO 31000:2009 - Gestão de riscos - Princípios e diretrizes.
Conteúdo programático:
- Histórico da norma de gestão de riscos;
- Princípios da gestão de riscos;
- Mandato e comprometimento da gestão de riscos;
- Estrutura de gestão de riscos;
- Implementação da gestão de riscos;
- Monitoramento, análise critica e melhoria continua da gestão de riscos;
- Processo da gestão de riscos;
- Comunicação e consulta:
- Definição do contexto;
- Processo de avaliação de riscos;
- Tratamento de riscos;
- Registros do processo de gestão de riscos;
- Atributos e características de uma gestão de riscos avançadas;
Carga horária:
16 h, em 2dias, das 8h 30 min às 17h 30 min
Material didático fornecido:
Norma ABNT NBR ISO 31000:2009 / Apostila com conceitos / Exercícios
Incluso:
Certificado de participação /Coffee-break
Local:
São Paulo – Av. Paulista, 726 – 10º andar - Bela Vista
Rio de Janeiro - Av. Treze de Maio, 13 - 27º ou 28º andar - Centro
Investimento:
Sócios da ABNT - R$ 1.040,00
Não sócios - R$ 1.300,00
Formas de pagamento:
Boleto
Cartão de crédito Visa - à vista
Os cursos podem ser parcelados desde que sejam quitados 7 dias antes da realização dos mesmos.
Datas:
São Paulo - 12 e 13 de maio / 21 e 22 de julho / 5 e 6 de setembro / 24 e 25 de novembro
Rio de Janeiro - 16 e 17 de junho / 24 e 25 de outubro
Brasília - 26 e 27 de abril / 16 e 17 de agosto
Porto Alegre - 4 e 5 de outubro
Mais informações sobre pagamentos e política de descontos clique aqui
O sistema de previsão de chuvas intensas que ocorreu no Centro-Oeste está num mar de informação que poderia servir mais precisamente para alertar a população dos riscos e perigos metereologicos mas, será que tem servido a este propósito? O meteorologista Manoel Rangel tinha previsto no dia 08/04/2011 que iria "chover este fim de semana no DF, com possibilidade de chuvas isoladas"
"A chuva que já cai fraca no início da manhã desta sexta-feira (8/04), continuará durante todo o dia e se prolongará até domingo (10/04). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o céu em Brasília nesta sexta-feira estará nublado com névoa pela manhã e previsão de pancadas de chuva isoladas no período da tarde. A umidade relativa do ar na capital federal pode variar entre 90% e 50%.
O Inmet avisa ainda que no sábado (9/04) e no domingo (10/04) o tempo também será parcialmente nublado com possibilidade de chuvas isoladas. O Instituto confirma que a temperatura para o final de semana pode variar entre 18ºC e 27ºC." (Correioweb 08/04/2011)
Mas aí exatamente o que ocorreu foi:
"Na capital do país choveu neste domingo, até o momento do fechamento desta matéria, 44 milímetros (mm) dos 123 mm previstos para todo o mês de abril. Para se ter ideia da tempestade que atingiu Brasília esta tarde, desde o começo do mês haviam sido contabilizados apenas 6 mm de chuva." (JB 10/04/2011)
E aí vem a ladainha que esta tempestade era prevista de ocorrer:
"Chuva era esperada
Segundo o meteorologista Manoel Rangel, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva para este domingo já era prevista e explica: "Havia um contraste térmico. A chuva é devido a essa diferença de temperatura das áreas de instabilidade, onde as massas de ar frio e quente se encontram". Para o granizo há outra explicação: "O deslocamento de vento, de cima para baixo e de baixo para cima, misturado com as massas de ar quente e frio, provocam as pedras de gelo". De acordo com Rangel, a velocidade do vento chegou a 32 Km/h. Durante a manhã, a umidade relativa do ar foi de 95%. Já a temperatura máxima foi de 26º e a mínima de 18,4º."(correio Braziliense 10/04/2011)
Então se era prevista a entrada de uma área de instabilidade devido ao choque entre frentes frias e quentes, porque o alerta de chuvas torrenciais com granizo não chegou aos nossos celulares, aos nossos televisores e radios antes que ocorressem tempestades de gelo e os impactos que depois assistimos na tv? Por que fomos pegos de surpresa?
A comunicação dada a imprensa de previsão metereologica dada pelo Manoel na sexta-feira, não por culpa dele, nada pessoal, infelizmente não foi suficiente para prever o risco que o DF estaria sujeito se caisse uma chuva de quase 45 milimetros, junto a um sistema frontal com tempestade de gelo, e com ventos de 35 km/h. Se a matéria de sexta falasse algo assim, "neste fim de semana, teremos um nível de risco 2 a 3 ( de zero a 5) de chuvas intensas, que poderam inundar partes da cidade e causar enchentes, dependendo do grau de vulnerabildiade do nosso sistema de drenagem nas ruas do DF. Cruzando estas informações, com os mapas de risco que temos efetuado aqui an UCB e que a Defesa Civil tem realizado (ver seu blog ao lado), poderiamos prevern os provaveis danos destas chuvas (deslizamentos, enxurradas, alagamanetos, e quedas de árvores nas diversas cidades satélites). Enviar esta mensagem como um alerta pra cada celular ajudaria aos que estavam dirigindo neste momento para que não ficassem a mercê da correnteza e alagamentos nas ruas... em parte ao pontos de alagamentos graças a falta de drenagem nas ruas e estradas no DF.
Imagine se esta chuva tivesse caido numa quarta-feira qualquer. Por exemplo, os estragos na UNB foram somente de danos ao patrimonio, sem vítimas, porque era um fim de semana, domingo, e as salas de aula da UNB estavam vazias. Mas imagine se este sistema turbulento e instável caisse num dia de semana, assim sem avisar! Os estragos teriam sido talvez mais graves afetando a vida de muitos professores, funcionarios e alunos. Será que a previsão dada dois dias antes sobre as "chuvas isoladas" do Manoel Rangel seria suficiente para gerar um alerta para os perigo que as pessoas que frequentam e trabalham na UNB iriam ter que enfrentar?
O que falta para melhorar a nossa comunicação do risco? Ah, que tal mais investimento em melhores radares metereologicos/satelites/ Sim, melhores jornalistas ambientais no correio braziliense que pudessem elr o release do Inmet e traduzir o risco lá mesmo, discutindo com o pessoal da defesa civil etc.
Mas falta investimento na percepção do risco e na comunicação do risco de chuvas intensas e seus impactos. E assim, falta criar um sistema de alerta inerente ao sistem de comunicação junto às comunidades, principalmente as mais vulneráveis, e assim ajudar na evacuação quando identificadas as zonas de perigo (sistema que pode ser implantado por um sistema de defesa civil com participação da população afetada). Vide os desastres causados por chuvas intensas aqui relatados e discutidos neste blog já discutidos sobre a região Serrana, e no nordeste e sul do país, cujos sistemas de alerta não foram muito efetivos. Hoje estamos delineando novas politicas de desastres, mesmo estando a anos luz de colocar no papel o que elas se propõe. é necessário investimento e tempo em sistemas de segurança e prevenção de risco!
Devemos educar os meios de comunicação, não somente noticiar o desastre depois que ocorre, mas para ajudar no processo de prevenção, servir para alertar o telespectador e do publico em geral que existe a possibilidade de desastre. Devemos cobrar dos governantes e da midia um papel mais ativo na comunicação dos riscos e de sistemas de alerta.
Foi-se o tempo que São Paulo era somente a terra da garoa e o Rio já conhece bem o inferno das chuvas torrenciais frontais!! e o DF está vendo esta mudança na intensidade das chuvas também, assim governandor Agnelo deve olahr po que estão fazendo nas cidades que sofrem com mais frequencia deste tipo de fenômeno e comprometer com o risco ambiental!
O Brasil ainda não tem em seu sistema de governança do risco ambiental, e precisa desenvolver este sistema o mais rápido possível.
Renata
Publicação: 10/04/2011 14:00 Atualização: 10/04/2011 19:22
| Árvore plantada em 1969 foi derrubada pela forte chuva na 411 norte |
A Companhia Energética de Brasília, informou, por meio de assessoria de imprensa, que três regiões estão sem abastecimento normal de energia. Trata-se da QI3, no Lago Norte, o Parque da Cidade e a área do Padef. No primeiro ponto, uma árvore caiu, atingindo a rede elétrica. A provável causa da queda nos três locais são cabos partidos, mas a informação não foi confirmada, uma vez que equipes estão em descolamento para as áreas.
Publicação: 10/04/2011 18:36 Atualização: 10/04/2011 19:32
| Destruição na UnB |
A chuva começou por volta das 12h30 e acabou às 14h, acumulando 36,4 mm. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o volume seria considerado normal se não tivesse caído todo em tão pouco tempo — daí a quantidade de estragos pela cidade.
Um sol forte abriu após o temporal, porém, no início da noite, a chuva recomeçou. Na UnB, os funcionários estimam que a água tenha atingido cerca de três metros de altura, em salas e anfiteatros. Segundo a prefeitura do Campus, nunca havia acontecido um estrago como o de hoje.