Thursday, April 14, 2011

Conferencia importante para os alunos





Áreas Temáticas

1. Gestão pela Qualidade

1. 1. Gerência de Projetos

1. 2. Gestão pela Qualidade Total

1. 3. Sistema de Informação

1. 4. Controle Estatístico da Qualidade

1. 5. Normalização e Certificação para a Qualidade

1. 6. Organização Metrológica da Qualidade

1. 7. Confiabilidade de Equipamentos, Máquinas e Produtos

1. 8. Qualidade em Serviços

2. Gestão Econômica e Financeira

2. 1. Avaliação de Empresas

2. 2. Decisões de Financiamento de Empresas

2. 3. Dificuldades Financeiras e Finanças Internacionais

2. 4. Estrutura de Capital

2. 5. Financiamento a Longo Prazo

2. 6. Fusões e Aquisições

2. 7. Mercado de Opções

2. 8. Mercados Futuros e a Termo

2. 9. Retorno e Risco

2. 10. Plano de Negócios e Gestão Financeira de Organizações Sociais

2. 11. Finanças Sustentáveis

2. 12. Engenharia Econômica

2. 13. Gestão de Custos

2. 14. Gestão Financeira de Projetos

2. 15. Gestão de Investimentos

3. Gestão Ambiental & Sustentabilidade

3. 1. Gestão de Resíduos

3. 2. Economia e Meio Ambiente

3. 3. Educação Ambiental

3. 4. Sistemas de Gestão Ambiental

3. 5. Ecoeficiência e Produção Mais Limpa

3. 6. Energia e Meio Ambiente

3. 7. Tecnologias Limpas: inovação e reposicionamento para a sustentabilidade

3. 8. Mudanças Climáticas e Florestas

3. 9. Ecodesign

3. 10. Gestão de Recursos Naturais

3. 11. Gestão Energética

3. 12. Agronegócios Sustentáveis

4. Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional & Ergonomia

4. 1. Gerência de Riscos

4. 2. Qualidade de Vida no Trabalho

4. 3. Sistemas de Segurança

4. 4. Ergonomia e Organização do Trabalho

4. 5. Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional

4. 6. Psicologia do Trabalho

4. 7. Biomecânica Ocupacional

4. 8. Análise e Prevenção de Riscos de Acidentes

5. Ética e Responsabilidade Social

5. 1. Gestão de Projetos Sociais

5. 2. Indicadores de Sustentabilidade

5. 3. Transparência ,Governança e Ética Organizacional

5. 4. Desenvolvimento Local e Empreendedorismo

5. 5. Responsabilidade Social Organizacional

5. 6. Tecnologias Sociais

5. 7. Políticas Públicas e Sustentabilidade

6. Gestão da Produção

6. 1. Gestão de Sistemas de Produção

6. 2. Planejamento e Controle de Produção

6. 3. Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos

6. 4. Projeto de Fábrica e de Instalações Indústria

6. 5. Gestão de Manutenção

6. 6. Simulação da Produção

6. 7. Gestão de Processos Produtivos

6. 8. Projeto e Gestão de Operações

6. 9. Gestão de Desempenho em Sistemas Produtivos

6. 10. Gestão do Turismo

6. 11. Gestão de Processos

6. 12. Logística Reversa

7. Gestão do Produto

7. 1. Pesquisa de Mercado

7. 2. Planejamento do Produto

7. 3. Metodologia de Projeto do Produto

7. 4. Engenharia de Produto

7. 5. Marketing & Produto

7. 6. Remanufatura

8. Pesquisa Operacional

8. 1. Programação Matemática

8. 2. Decisão Multicriterial

8. 3. Processos Estocásticos

8. 4. Simulação

8. 5. Teoria da Decisão e Teoria dos Jogos

8. 6. Análise de Demandas por Produtos

8. 7. Gestão Estratégica de Pessoas

8. 8. Estratégia & Competitividade

9. Gestão Estratégica e Organizacional

9. 1. Avaliação de Mercado

9. 2. Planejamento Estratégico

9. 3. Estratégicas de Produção

9. 4. Empreendedorismo

9. 5. Organização Industrial

9. 6. Estratégia de Marketing

9. 7. Redes de Empresas e Gestão da Cadeia Produtiva

10. Gestão do Conhecimento Organizacional

10. 1. Gestão da Inovação

10. 2. Gestão da Tecnologia

10. 3. Gestão da Informação de Produção

10. 4. Gestão do Conhecimento

11. Educação em Sistema de Gestão

11. 1. Estudo do Ensino de Engenharia de Produção

11. 2. Estudo do Desenvolvimento e Aplicação da Pesquisa em Gestão

11. 3. Estudo da Prática Profissional em Engenharia

12. Inovação e Propriedade Intelectual

12. 1. Gestão da Propriedade Intelectual

12. 2. Prospecção Tecnológica

12. 3. Licenciamento de Direitos de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia

13. Gestão de Serviços de Saúde

13. 1. Economia e Sociologia das Organizações Hospitalares

13. 2. Administração Hospitalar

13. 3. Política, Legislação e Ética em Saúde

13. 4. Organização hospitalar Orientada para o Processo

13. 5. Auditoria em Saúde

13. 6. Sistemas de Informação em Saúde

13. 7. Qualidade na Gestão Hospitalar

13. 8. Gestão de Suprimentos em Unidades Hospitalares

13. 9. Estatísticas e Indicadores Hospitalares

13. 10. Planejamento Estratégico, Operacional e Programação em Saúde

13. 11. Gestão de Recursos Humanos em Unidade Hospitalares

13. 12. Administração de Materiais de Saúde

14. Gestão de Riscos e Crises

14. 1. Teoria de Sistemas

14. 2. Riscos, Incerteza e Precaução

14. 3. Avaliação Qualitativa

14. 4. Avaliação Quantitativa

14. 5. Vulnerabilidade e Confiabilidade

14. 6. Controle de Riscos

15. Logística

15.1. Sistemas Logísticos

15.2. Sistemas de Transporte

15.3. Mobilide Urbana

15.4. Logística Humanitária

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VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão
Energia, Inovação e Tecnologia para a Gestão Sustentável

Wednesday, April 13, 2011

Cursos da ABNT em gestão de risco

Gestão de riscos - Princípios e diretrizes - ABNT NBR ISO 31000:2009

Público alvo:

Profissionais de empresas privadas, das associações de classe setoriais, dos organismos governamentais, das autoridades regulamentadoras, das autoridades regulamentadoras, das organizações não-governamentais e demais profissionais que atuam ou querem atuar na área de gestão de risco.

Objetivo:

Auxiliar aos profissionais a adotar processos de gestão de riscos de forma eficaz, eficiente e coerente, através de uma maneira sistemática, transparente e confiável, dentro de qualquer escopo e contexto, tendo como referência a abordagem genérica descrita na norma ABNT NBR ISO 31000:2009 - Gestão de riscos - Princípios e diretrizes.

Conteúdo programático:

- Histórico da norma de gestão de riscos;
- Princípios da gestão de riscos;
- Mandato e comprometimento da gestão de riscos;
- Estrutura de gestão de riscos;
- Implementação da gestão de riscos;
- Monitoramento, análise critica e melhoria continua da gestão de riscos;
- Processo da gestão de riscos;
- Comunicação e consulta:
- Definição do contexto;
- Processo de avaliação de riscos;
- Tratamento de riscos;
- Registros do processo de gestão de riscos;
- Atributos e características de uma gestão de riscos avançadas;

Carga horária:

16 h, em 2dias, das 8h 30 min às 17h 30 min

Material didático fornecido:

Norma ABNT NBR ISO 31000:2009 / Apostila com conceitos / Exercícios

Incluso:

Certificado de participação /Coffee-break

Local:

São Paulo – Av. Paulista, 726 – 10º andar - Bela Vista
Rio de Janeiro - Av. Treze de Maio, 13 - 27º ou 28º andar - Centro

Investimento:
Sócios da ABNT - R$ 1.040,00
Não sócios - R$ 1.300,00


Formas de pagamento:
Boleto
Cartão de crédito Visa - à vista
Os cursos podem ser parcelados desde que sejam quitados 7 dias antes da realização dos mesmos
.

Datas:

São Paulo - 12 e 13 de maio / 21 e 22 de julho / 5 e 6 de setembro / 24 e 25 de novembro
Rio de Janeiro -
16 e 17 de junho / 24 e 25 de outubro
Brasília - 26 e 27 de abril / 16 e 17 de agosto
Porto Alegre - 4 e 5 de outubro


Mais informações sobre pagamentos e política de descontos clique aqui

Saiu a ABNT ISO 31000- Princípios da Gestão de Riscos

Olá leitores do blog sobre risco ambiental,

esta semana iremos tratar da gestão do risco, da ISO 31000. Para ajudar na discussão estou colocando neste post uma página do blog qualidade total, que explica em linhas gerais do que se trata a norma, para dar uma introdução a ela. Ok! Se divirtam e boa semana!


clique aqui o post no blog qualidadetotal


A quantidade de acidentes nas organizações é cada vez mais maior no Brasil e no mundo. Dados da SUSEP nos mostram que no período de 2003 até 2009 o Sinistro Direto Anual em Riscos de Engenharia tiveram um crescimento no Brasil de 68%. O Acidente da British Petroleum (BP) já é o maior desastre ambiental da história dos EUA, com prejuízos estimados que ultrapassam a casa dos 30 bilhões de dólares e que continuarão aumentando. Outro dado curioso é do número de empresas que fecham a cada dia. No Brasil, por exemplo, poucas são as empresas que têm vida longa, 27% delas fecham no primeiro ano. Será que essas empresas estão dando atenção especial a um fator importante chamado Gestão de Riscos?

Fonte: www.susep.gov.br


No ano passado saiu a norma ISO 31000 e no Brasil foi lançada em 30/11/2009 a ABNT NBR ISO 31000 - Gestão de Riscos, Princípios e Diretrizes. Eu já li a norma algumas vezes e a considero uma boa referência para quem quer começar a implantar um processo de Gestão de Riscos. Ela não tem finalidade de certificação, porém é uma ferramenta que pode trazer maiores diferenciais competitivos para as empresas que utilizarem os seus conceitos. Vou explorar esse tema daqui pra frente no blog. O processo de gestão de riscos da norma é bem parecido com o da norma OHSAS 18001 (veja post feito aqui no blog).

Quando o gerenciamento dos riscos da organização for feito de forma integrada e sistemática espera-se que os sinistros nas organizações diminuam. Será verdade? Só implementando os requisitos da norma para saber. A minha expectativa é que sim! Quando as pessoas definem a sua disposição a aceitar determinados níveis de risco e avaliam cada detalhe de uma operação, elas ficam mais aptas a atingir os seus objetivos. Se muitos pequenos empreendedores conhecessem o processo de gestão de riscos dessa norma, provavelmente não teriam que fechar seus negócios nos primeiros anos de funcionamento.

Hoje vamos conhecer os princípios da gestão de riscos segundo a ABNT NBR ISO 31000.

Princípios da Gestão de Risco - Requisito 3


Para a gestão de riscos ser eficaz, convém que uma organização, em todos os níveis, atenda aos princípios abaixo descritos.

a) A gestão de riscos cria e protege valor.

A gestão de riscos contribui para a realização demonstrável dos objetivos e para a melhoria do desempenho referente, por exemplo, à segurança e saúde das pessoas, à segurança, à conformidade legal e regulatória, à aceitação pública, à proteção do meio ambiente, à qualidade do produto, ao gerenciamento de projetos, à eficiência nas operações, à governança e à reputação.

b) A gestão de riscos é parte integrante de todos os processos organizacionais.

A gestão de riscos não é uma atividade autônoma separada das principais atividades e processos
da organização. A gestão de riscos faz parte das responsabilidades da administração e é parte integrante de todos os processos organizacionais, incluindo o planejamento estratégico e todos os processos de gestão de projetos e gestão de mudanças.

c) A gestão de riscos é parte da tomada de decisões.

A gestão de riscos auxilia os tomadores de decisão a fazer escolhas conscientes, priorizar ações e distinguir entre formas alternativas de ação.

d) A gestão de riscos aborda explicitamente a incerteza.

A gestão de riscos explicitamente leva em consideração a incerteza, a natureza dessa incerteza, e como ela pode ser tratada.

e) A gestão de riscos é sistemática, estruturada e oportuna.

Uma abordagem sistemática, oportuna e estruturada para a gestão de riscos contribui para a eficiência e para os resultados consistentes, comparáveis e confiáveis.

f) A gestão de riscos baseia-se nas melhores informações disponíveis.

As entradas para o processo de gerenciar riscos são baseadas em fontes de informação, tais como dados históricos, experiências, retroalimentação das partes interessadas, observações, previsões, e opiniões de especialistas. Entretanto, convém que os tomadores de decisão se informem e levem em consideração quaisquer limitações dos dados ou modelagem utilizados, ou a possibilidade de divergências entre especialistas.

g) A gestão de riscos é feita sob medida.

A gestão de riscos está alinhada com o contexto interno e externo da organização e com o perfil do risco.

h) A gestão de riscos considera fatores humanos e culturais.

A gestão de riscos reconhece as capacidades, percepções e intenções do pessoal interno e externo
que podem facilitar ou dificultar a realização dos objetivos da organização.

i) A gestão de riscos é transparente e inclusiva.

O envolvimento apropriado e oportuno de partes interessadas e, em particular, dos tomadores de decisão em todos os níveis da organização assegura que a gestão de riscos permaneça pertinente e atualizada. O envolvimento também permite que as partes interessadas sejam devidamente representadas e terem suas opiniões levadas em consideração na determinação dos critérios de risco.

j) A gestão de riscos é dinâmica, iterativa e capaz de reagir a mudanças.

A gestão de riscos continuamente percebe e reage às mudanças. Na medida em que acontecem eventos externos e internos, o contexto e o conhecimento modificam-se, o monitoramento e a análise crítica de riscos são realizados, novos riscos surgem, alguns se modificam e outros desaparecem.

k) A gestão de riscos facilita a melhoria contínua da organização.

Convém que as organizações desenvolvam e implementem estratégias para melhorar a sua maturidade na gestão de riscos juntamente com todos os demais aspectos da sua organização.

______________________________

Perceba que a Gestão de Riscos está diretamente ligada aos objetivos de um negócio. Estratégia e Risco em Geral são dois termos que aparecem juntos. Qual o risco de eu não atender o meu plano financeiro? Qual o Risco de o meu projeto atrasar? Qual o risco de um novo produto não atingir sucesso comercial?

Perceba também que ela deve estar inserida nos processos organizacionais. Assim como a qualidade não deve ser vista como um processo a parte, e sim parte integrante dos processos da organização a gestão de riscos também deve ser "Total". Levar em conta os riscos durante projetos e mudanças em situações de trabalho pode contribuir para uma operação mais segura e confiável. Executar tarefas ciente dos riscos envolvidos também é fundamental para o sucesso no dia a dia, evitando acidentes, baixa produtividade e impactos ambientais.

Gerenciar riscos significa, não expor o capital, não expor as pessoas e não prejudicar o meio ambiente. Acredito que quanto maior for o amadurecimento das organizações nesse sentido maiores serão as possibilidades de atingir seus objetivos e se preparar para situações críticas.

Sunday, April 10, 2011

Chuva no DF e a falta de comunicação do risco


O sistema de previsão de chuvas intensas que ocorreu no Centro-Oeste está num mar de informação que poderia servir mais precisamente para alertar a população dos riscos e perigos metereologicos mas, será que tem servido a este propósito? O meteorologista Manoel Rangel tinha previsto no dia 08/04/2011 que iria "chover este fim de semana no DF, com possibilidade de chuvas isoladas"

"A chuva que já cai fraca no início da manhã desta sexta-feira (8/04), continuará durante todo o dia e se prolongará até domingo (10/04). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o céu em Brasília nesta sexta-feira estará nublado com névoa pela manhã e previsão de pancadas de chuva isoladas no período da tarde. A umidade relativa do ar na capital federal pode variar entre 90% e 50%.

O Inmet avisa ainda que no sábado (9/04) e no domingo (10/04) o tempo também será parcialmente nublado com possibilidade de chuvas isoladas. O Instituto confirma que a temperatura para o final de semana pode variar entre 18ºC e 27ºC." (Correioweb 08/04/2011)

Mas aí exatamente o que ocorreu foi:

"Na capital do país choveu neste domingo, até o momento do fechamento desta matéria, 44 milímetros (mm) dos 123 mm previstos para todo o mês de abril. Para se ter ideia da tempestade que atingiu Brasília esta tarde, desde o começo do mês haviam sido contabilizados apenas 6 mm de chuva." (JB 10/04/2011)

E aí vem a ladainha que esta tempestade era prevista de ocorrer:

"Chuva era esperada
Segundo o meteorologista Manoel Rangel, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva para este domingo já era prevista e explica: "Havia um contraste térmico. A chuva é devido a essa diferença de temperatura das áreas de instabilidade, onde as massas de ar frio e quente se encontram". Para o granizo há outra explicação: "O deslocamento de vento, de cima para baixo e de baixo para cima, misturado com as massas de ar quente e frio, provocam as pedras de gelo". De acordo com Rangel, a velocidade do vento chegou a 32 Km/h. Durante a manhã, a umidade relativa do ar foi de 95%. Já a temperatura máxima foi de 26º e a mínima de 18,4º."(correio Braziliense 10/04/2011)

Então se era prevista a entrada de uma área de instabilidade devido ao choque entre frentes frias e quentes, porque o alerta de chuvas torrenciais com granizo não chegou aos nossos celulares, aos nossos televisores e radios antes que ocorressem tempestades de gelo e os impactos que depois assistimos na tv? Por que fomos pegos de surpresa?

A comunicação dada a imprensa de previsão metereologica dada pelo Manoel na sexta-feira, não por culpa dele, nada pessoal, infelizmente não foi suficiente para prever o risco que o DF estaria sujeito se caisse uma chuva de quase 45 milimetros, junto a um sistema frontal com tempestade de gelo, e com ventos de 35 km/h. Se a matéria de sexta falasse algo assim, "neste fim de semana, teremos um nível de risco 2 a 3 ( de zero a 5) de chuvas intensas, que poderam inundar partes da cidade e causar enchentes, dependendo do grau de vulnerabildiade do nosso sistema de drenagem nas ruas do DF. Cruzando estas informações, com os mapas de risco que temos efetuado aqui an UCB e que a Defesa Civil tem realizado (ver seu blog ao lado), poderiamos prevern os provaveis danos destas chuvas (deslizamentos, enxurradas, alagamanetos, e quedas de árvores nas diversas cidades satélites). Enviar esta mensagem como um alerta pra cada celular ajudaria aos que estavam dirigindo neste momento para que não ficassem a mercê da correnteza e alagamentos nas ruas... em parte ao pontos de alagamentos graças a falta de drenagem nas ruas e estradas no DF.

Imagine se esta chuva tivesse caido numa quarta-feira qualquer. Por exemplo, os estragos na UNB foram somente de danos ao patrimonio, sem vítimas, porque era um fim de semana, domingo, e as salas de aula da UNB estavam vazias. Mas imagine se este sistema turbulento e instável caisse num dia de semana, assim sem avisar! Os estragos teriam sido talvez mais graves afetando a vida de muitos professores, funcionarios e alunos. Será que a previsão dada dois dias antes sobre as "chuvas isoladas" do Manoel Rangel seria suficiente para gerar um alerta para os perigo que as pessoas que frequentam e trabalham na UNB iriam ter que enfrentar?

O que falta para melhorar a nossa comunicação do risco? Ah, que tal mais investimento em melhores radares metereologicos/satelites/ Sim, melhores jornalistas ambientais no correio braziliense que pudessem elr o release do Inmet e traduzir o risco lá mesmo, discutindo com o pessoal da defesa civil etc.

Mas falta investimento na percepção do risco e na comunicação do risco de chuvas intensas e seus impactos. E assim, falta criar um sistema de alerta inerente ao sistem de comunicação junto às comunidades, principalmente as mais vulneráveis, e assim ajudar na evacuação quando identificadas as zonas de perigo (sistema que pode ser implantado por um sistema de defesa civil com participação da população afetada). Vide os desastres causados por chuvas intensas aqui relatados e discutidos neste blog já discutidos sobre a região Serrana, e no nordeste e sul do país, cujos sistemas de alerta não foram muito efetivos. Hoje estamos delineando novas politicas de desastres, mesmo estando a anos luz de colocar no papel o que elas se propõe. é necessário investimento e tempo em sistemas de segurança e prevenção de risco!


Devemos educar os meios de comunicação, não somente noticiar o desastre depois que ocorre, mas para ajudar no processo de prevenção, servir para alertar o telespectador e do publico em geral que existe a possibilidade de desastre. Devemos cobrar dos governantes e da midia um papel mais ativo na comunicação dos riscos e de sistemas de alerta.

Foi-se o tempo que São Paulo era somente a terra da garoa e o Rio já conhece bem o inferno das chuvas torrenciais frontais!! e o DF está vendo esta mudança na intensidade das chuvas também, assim governandor Agnelo deve olahr po que estão fazendo nas cidades que sofrem com mais frequencia deste tipo de fenômeno e comprometer com o risco ambiental!

O Brasil ainda não tem em seu sistema de governança do risco ambiental, e precisa desenvolver este sistema o mais rápido possível.

Renata


Forte chuva com granizo assusta brasilienses neste domingo

correio braziliense

Roberta Abreu

Thalita Lins

Mariana Laboissière

Ataide de Almeida Jr.

Publicação: 10/04/2011 14:00 Atualização: 10/04/2011 19:22

Árvore plantada em 1969 foi derrubada pela forte chuva na 411 norte (Ricardo Taffner/CB/DA Press)
Árvore plantada em 1969 foi derrubada pela forte chuva na 411 norte
A chuva forte que caiu no início da tarde deste domingo (10/4) assustou os brasilienses. O céu, que amanheceu ensolarado, deu espaço a nuvens carregadas. Em alguns pontos da cidade, moradores relataram a queda de granizo.

A Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade) do Corpo de Bombeiros relatou queda de árvores na Asa Norte, nas quadras 409, 410 e 208, áreas residenciais.

A Companhia Energética de Brasília, informou, por meio de assessoria de imprensa, que três regiões estão sem abastecimento normal de energia. Trata-se da QI3, no Lago Norte, o Parque da Cidade e a área do Padef. No primeiro ponto, uma árvore caiu, atingindo a rede elétrica. A provável causa da queda nos três locais são cabos partidos, mas a informação não foi confirmada, uma vez que equipes estão em descolamento para as áreas.

A Defesa Civil interditou três casa em São Sebastião por risco de desabarem. Várias áreas da Asa Norte também estão sendo monitoradas por risco de alagamento.

Na quadra 23 do ParkWay, os moradores enfretam uma queda de energia na rede elétrica que já dura mais de uma hora. A CEB, segundo os moradores, já foi comunicada, mas o problema ainda não foi resolvido até as 16h deste domingo. No Sudoeste também falta energia.

Em Valparaíso, parte do teto do Valparaiso Shopping, próximo a BR-040 caiu. Ninguém ficou ferido e o local foi fechado.

Ainda não há previsão de quando os serviços serão reestabelecidos e os motivos da falta de energia ainda não são claros.

Leitor Leonard do site do Correio registra chuva de vento na 408 norte.



Chuva era esperada

Segundo o meteorologista Manoel Rangel, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva para este domingo já era prevista e explica: "Havia um contraste térmico. A chuva é devido a essa diferença de temperatura das áreas de instabilidade, onde as massas de ar frio e quente se encontram". Para o granizo há outra explicação: "O deslocamento de vento, de cima para baixo e de baixo para cima, misturado com as massas de ar quente e frio, provocam as pedras de gelo".

De acordo com Rangel, a velocidade do vento chegou a 32 Km/h. Durante a manhã, a umidade relativa do ar foi de 95%. Já a temperatura máxima foi de 26º e a mínima de 18,4º.

Relatos

Quem tiver fotos ou vídeos do temporal pode encaminhar para o email iconescb@gmail.com

Danos causados pela chuva levam UnB a suspender aulas

Correio braziliense

Ataide de Almeida Jr.

Olívia Meireles

Ana Cláudia Felizola

Publicação: 10/04/2011 18:36 Atualização: 10/04/2011 19:32

Destruição na UnB (Felipe Malta/Divulgação)
Destruição na UnB
Por conta das fortes chuvas que atingiram o Distrito Federal neste domingo (10/4) e inundaram grande parte da Universidade de Brasília, as aulas no câmpus Darcy Ribeiro estão suspensas amanhã.

A chuva começou por volta das 12h30 e acabou às 14h, acumulando 36,4 mm. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o volume seria considerado normal se não tivesse caído todo em tão pouco tempo — daí a quantidade de estragos pela cidade.

Um sol forte abriu após o temporal, porém, no início da noite, a chuva recomeçou. Na UnB, os funcionários estimam que a água tenha atingido cerca de três metros de altura, em salas e anfiteatros. Segundo a prefeitura do Campus, nunca havia acontecido um estrago como o de hoje.


A UNBTV, emissora da universidade, foi a que mais teve prejuízos. Todos os equipamentos foram danificados por causa da água. Anfiteatros, computadores e móveis ficaram submersos. De acordo com informações do Diretório Central dos Estudantes da UnB, o Complexo das Artes também foi alagado e livros foram danificados.

Com a hashtag #UnBAlagada no Twitter, estudantes postam a toda hora fotos e novas informações sobre a situação da UnB. O DCE também está convidando os alunos a ajudarem na limpeza do local. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros trabalham para tentar drenar a água.

Mais cedo

De acordo com a Defesa Civil, a situação da UnB está grave. Há possibilidade de paredes caírem. Não há como transitar pelo local e eles serão interditados. Os profissionais aguardam bombas, material de suporte e vestimentas próprias.

Um funcionário da UnB afirmou a reportagem que uma obra próxima ao Minhocão estaria atrapalhando todo o escoamento da água, além disso, a grama que foi aparada recentemente também teria provocado o entupimento dos canos que dão vazão as chuvas.

De acordo com o prefeito do câmpus, Paulo César Marques da Silva, nenhuma obra é feita na UnB sem autorização. O prefeito disse ainda que as aulas de amanhã realizadas no local provavelmente serão canceladas.